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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cuidados que você teve na primeira gravidez que não terá na segunda


Todo mundo sabe que gravidez não é doença, certo? Mas também estamos cientes que alguns cuidados devem ser tomados.
Na primeira gravidez, costumamos seguir praticamente à risca as orientações. Mas e nas outras? Fica bem mais complicado, não é?


25 semanas - fazendo pilates

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

O açúcar e a saúde infantil


Hoje temos um texto especial com a amiga e colaboradora Núbia Antunes, que é nutricionista infantil e ajuda mães e pais a fazerem com que seus filhos comam melhor, com uma alimentação saudável, atrativa e sem conflitos durante a refeição, através de atividade atividades lúdicas de acordo com a faixa etária. E o tema de hoje é: ingestão de açúcar e saúde infantil!

"As crianças brasileiras estão consumindo mais açúcar do que o recomendado pela a Organização Mundial de Saúde (OMS), que são 25 gramas por dia. Em uma bebida a base de achocolatado para criança, há em torno de 30 gramas de açúcar, o que ultrapassa o recomendado. 

Em apenas 3 unidades de biscoito recheado, há 14 grama de açúcar, além de uma grande quantidade de gordura. Em 600 ml de refrigerante, há 65 gramas de açúcar. Toda essa quantidade não tem necessidade alguma para a vida. 

A obesidade infantil vem crescendo muito nos últimos tempos, e sabemos que o excesso desses alimentos está diretamente ligado a esta patologia que, consequentemente, leva a outras doenças, pois o consumo em grandes quantidades de açúcar se transforma em gordura, causando a obesidade. 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

22 perguntas sobre os dentinhos dos nossos filhos!


Quando começar a escovar os dentinhos dos nossos filhos? Quando levar ao dentista? Quando nascem os dentes quais os sintomas? O que fazer quando ocorre uma queda de boca no chão? Essas e outras perguntas nos permeiam na maternidade!

Nina já virou frequentadora assídua do consultório odontológico! Fazemos acompanhamento em família a cada 6 meses e cuidar da nossa saúde dentária é uma rotina por aqui! Nosso acompanhamento realizamos na Mr. Clean Odontologia e Saúde, e desse contato com as dentistas de lá surgiu a oportunidade de realizar uma entrevista com perguntas pessoais, e também contribuições das nossas leitoras!

Entrevistamos a Dra. Andreia Miranda, que é odontopediatra, e também com a Dra. Luciana Nogueira, que é ortodontista!

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Antigamente Existia Bullying?


Vez em quando ouço alguém dizer que antigamente não existia bullying, que os colegas da escola, da rua, da família zoavam uns aos outros e que não existia esse mimimi de hoje em dia. Uau! Como eu presencio alguém dizendo isso ou algo próximo disso com frequência. 

Quem faz esse tipo de comentário talvez não sofreu bullying, talvez não viu ninguém sofrendo, talvez praticou bullying ou talvez aplaudiu quem praticou... Não sei! Só sei que é bem difícil que alguém que tenha sofrido bullying ache que estava tudo bem e/ou que ficou tudo bem. 

Ainda bem que hoje em dia podemos debater assuntos desse tipo coletivamente, de forma a conscientizar e prevenir práticas do tipo, que costumam deixar cicatrizes emocionais em suas vítimas. Aproveitando, setembro é o mês da campanha mundial Setembro Amarelo, de prevenção do suicídio e uma das formas de lutar contra esse desfecho é acolher o próximo, ouvindo e não ridicularizando seus problemas. Por isso, quando ouvir de alguém que sofre bullying ou qualquer tipo de discriminação não releve com um "antigamente não existia isso". Se você não consegue minimizar a dor do próximo, pelo menos respeite! 


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Fonte: O Democrata 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Manchas mongólicas: o que são?

Bella nasceu cheia de manchas arrocheadas! Eu acreditava que era devido a eu ter ficado 14 horas com a bolsa rota, e achei que sumiria em dois, três dias! Mas não sumiram! Ela tinha manchas nas costas inteiras e nádegas, nos punhos e tornozelos até metade da perna.

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terça-feira, 5 de setembro de 2017

O que é Beleza Para Você?

Aconteceu no mês de julho o "Empodera - Mulheres de Atitude", idealizado pela Poli Pompei e pela Soraia Félix, do Instituto Solluz. 

Foi a minha experiência com técnicas avançadas e ferramentas de coaching, PNL, neurociência e psicologia positiva e achei simplesmente sensacional! Tudo isso para o desenvolvimento e capacitação humana, ajudando traçar metas e alcançar objetivos em todos os âmbitos da vida. 

Com muita interatividade, dinâmica e aprendizado, o evento foi voltado para o empoderamento de mulheres. Para superarem suas próprias limitações, alcançarem objetivos e assumirem o controle de suas vidas. Foi um momento de autoconhecimento, transformação e empoderamento, com resgate de sonhos, metas e objetivos pessoais e profissionais. 

Capricho

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Perfeita é a mãe (Bad moms)

Sabe aqueles filmes sobre mãe que te faz pensar bastante? Este é um deles. Mas também me fez rir muito! "Perfeita é a mãe" divide opiniões (inclusive a minha, já que achei algumas partes superficiais e forçadas, mas a essência dele é bem boa).

Quem é mãe sabe o quão difícil é assumir este papel. Trabalhando fora, é pior ainda! E este filme é sobre Amy, com sua vida "perfeita", bom emprego, mãe dedicada, cuida de todos (casa, marido e filhos), menos de si mesma. E, como é o esperado, está prestes a surtar com o excesso de trabalho e responsabilidades.

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Cena de "Perfeita é a mãe"

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

A Profissão Certa Para Uma Mãe

Outro dia encontrei uma conhecida que há muito não via. Conversando sobre nossos desfechos profissionais, ela, que ainda não conseguiu realizar o sonho do curso superior e é mãe, exclamou: queria ser como você! Inteligente e formada! Assim eu poderia criar meu filho melhor, ser exemplo pra ele... E por aí continuou. Tentando buscar evidências argumentativas para sustentar a "vontade" de ser "igual" a mim. 

Fiquei muito pensativa sobre a colocação dessa mulher. Esse sentimento não está certo. Claro! Todo mundo deve sonhar, deve ter seus desejos, seus objetivos profissionais e percorrer caminhos favoráveis a isso. Sou a maior defensora disso! Para as mulheres mães isso é ainda mais desafiador... E necessário! Porque a maternidade não pode calar os desejos dessa mulher, a maternidade não pode destruir os sonhos dessa mulher, a maternidade não pode tornar essa mulher subordinada. A maternidade tem que vir para fortalecer. Para dar ainda mais ânimo, força e criatividade nas escolhas pessoais e profissionais. 


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Como aprender a se vestir bem?


Sempre fui aquela pessoa de poucas curvas e quadradadinha de corpo: ombros na mesma linha da cintura e também do quadril, e pra finalizar com chave de ouro, com quase nada de busto. Dificuldades para me vestir? TODAS! Sempre sonhei com uma cinturinha! Sempre vi nas revistas e blogs de moda alguns formatos de corpo (pera, ampulheta...), e também, sugestões de roupas para determinados formatos. Já testei alguns modelos sugeridos e não ficou da forma como eu gostaria. E confesso, sempre tive dificuldades de me vestir e me sentir bem. 

Participo de um grupo de mulheres empreendedoras que se chama "Mulheres que Caminham Juntas" e lá conheci a Ana Libanio, consultora em imagem e estilo da Serafinna Consultoria! Foi muito legal o nosso encontro nessa vida e de imediato já começamos a combinar como seria minha consultoria.

Descobri através deste trabalho que a nossa imagem e estilo devem dizer sobre nossa personalidade, trabalho, estilo de vida e estar de acordo com nossos objetivos! E mais do que focar na a roupa existem outros elementos que podem nos favorecer como bolsas, acessórios, cor de esmalte, corte e cores do cabelo, maquiagem e sapatos! E aí está o xis da questão: os sapatos! Eles sempre foram os meus xodozinhos. Descobri através da consultoria que os sapatos representam uma marca forte da minha personalidade. Yes! 

Como blogueira sempre estou em muitos eventos e não dá para ficar comprando roupas para cada evento que vou, não é mesmo? Tivemos uma etapa muito legal que foi a visita dela em minha casa. Ela perguntou o que eu gostava de usar, selecionamos algumas peças e acessórios e fomos montando looks que nunca havia pensado com as minhas peças. Achei fantástico! Ou seja, criatividade aliada ao conhecimento do que me beneficia faz com que eu consiga ter facilidades na hora de me vestir!

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

domingo, 6 de agosto de 2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ultrassonografia no segundo trimestre de gravidez: o que precisa ser avaliado?



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Fonte: Flávio Siqueira
No segundo terço da gestação, o feto atinge um tamanho que permite avaliar sua anatomia de modo bastante detalhado. Assim, nesta fase se concentra muito a pesquisa de malformações fetais e marcadores ultrassonográficos de cromossomopatias, ou seja, doenças cromossômicas. Diversas alterações anatômicas ocorrem independente da existência de doenças cromossômicas ou genéticas, porém há malformações que são conseqüências de tais tipos de doenças. Desta forma, as alterações que, sabidamente, se associam a doenças cromossômicas são denominados de marcadores os quais se dividem em maiores e menores. Os chamados marcadores maiores são alterações que, estatisticamente, tem forte associação com determinada síndrome e, de um modo geral, costumam ser alterações graves. Contrariamente, os marcadores menores de cromossomopatias são alterações, frequentemente, discretas que possuem fraca associação com doenças cromossômicas. Uma dificuldade com a qual se depara é distinguir se os marcadores menores fazem parte de um quadro de uma doença sistêmica ou se são características normais do feto, as chamadas variações anatômicas. Como os alterações cromossômicos estão presentes em todas as células do corpo, todos os sistemas orgânicos podem estar de algum modo comprometido. Isto permite um raciocínio lógico que consiste na elevação da probabilidade de determinada alteração estar relacionada com uma cromossomopatia na medida em que haja concomitância de outras alterações, sejam menores ou maiores. Estatisticamente, quanto maior o numero de alterações presentes, maior a chance de haver uma doença cromossômica. Esta é a mesma lógica de um detetive, que à medida que encontra maior número de pistas, infere a cerca de determinada hipótese.

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Fonte: A gravidez
Mas como deve ser realizada esta pesquisa da formação fetal? O exame ultrassonográfico obstétrico morfológico realizado entre 20 e 24 semanas é a resposta. Alguns preferem nomear de exame morfogenético devido ao caráter da pesquisa de sinais de doenças de origem genética. Este é um exame que exige muita sistematização e paciência do examinador. O feto não faz “pose” para as fotografias ultrassonográficas, daí a importância de, muitas vezes, ser necessário esperar uma mudança da posição fetal para que se possa conseguir o plano anatômico adequado para avaliar inúmeras estruturas. O profissional que realiza o exame deve possuir aprofundado conhecimento da grande diversidade de doenças que acometem a gestação e os seus principais sinais que faz sugerir o diagnóstico. Porém, as alterações que podem atingir o feto são infinitas, o que impede a qualquer médico, por mais experiente e melhor formação que tenha, conhecer todos os diagnósticos possíveis. Por isso, não é nenhum demérito, e torna-se até importante, a necessidade de muitas vezes o ultrassonografista necessitar estudar melhor o caso e, também, discutir com colegas da área. Toda esta vastidão de possibilidades torna um aspecto bastante relevante: a capacidade do examinador em reconhecer a anatomia fetal normal. Examinar com muita atenção o feto em toda e qualquer gestação, permite desenvolver o conhecimento do que é normal e de suas principais variações. Uma vez que se identificam alterações deste padrão, parte-se para o raciocínio a fim de “encaixá-las” em um determinado diagnóstico. Como referido acima, quanto maior o número de alterações, maior a chance de estar associada uma cromossomopatia. Torna-se, então, muito importante definir se determinada alteração é isolada, o que geralmente tem menor associação com doença cromossômica, ou se há concomitância de outras alterações, elevando o risco. Um fator que se relaciona com esta conclusão é o tanto que o ultrassonografista se dedica ao exame. Um exame extremamente rápido reduz a possibilidade de se encontrar maior número de desvios da normalidade. Como cada alteração encontrada determina um certo grau de elevação de risco, alterações associadas produzem riscos multiplicados tornando a chance de cromossomopatias mais elevada. De modo inverso, exames bem executados e detalhados, demonstrando normalidade das estruturas anatômicas avaliadas, eleva a chance de redução de risco de doenças cromossômicas proporcionalmente, também, ao número de achados normais.

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Deve-se, então, adotar uma rotina de exame, numa sistemática que permita avaliar todo o feto, sem se esquecer de nenhuma estrutura. Não importa qual a sequência escolhida, como do pólo cefálico até os pés, mas, sim, possuir uma sistemática que reduza a chance de esquecer algum detalhe. Muito válido é possuir um check-list para se certificar que todo o feto foi devidamente avaliado.

Importante ressaltar que, apesar do segundo trimestre de gravidez ser um momento ideal para se avaliar a anatomia fetal, não são todas as estruturas anatômicas e nem todas as malformações que são melhor identificadas nesta fase da gravidez. Por, exemplo, alterações cardíacas, renais e cerebrais, podem ser identificadas no segundo trimestre, mas têm no terceiro trimestre, uma maior facilidade de identificação devido à maior evidência proporcionada pelo crescimento. As alterações intestinais são tipicamente identificadas no terceiro trimestre. Outras alterações podem surgir em fases mais tardias, como, por exemplo, as infecções e, por isso, determinar alterações também tardias. Já outras doenças exibem características intermitentes, como, por exemplo, a hérnia diafragmática, fazendo que ora haja presença de alças intestinais dentro do tórax exibindo peristaltismo, local este extremamente atípico, ora as alças “retornam” ao abdome impedindo ao ultrassonografista de fazer o diagnóstico desta grosseira malformação.

A figura 1 abaixo demonstra imagens de algumas partes do feto que compreendem o estudo morfológico.
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Imagens ultrassonográficas realizadas pela técnica via abdominal para estudo morfológico exibindo alguns planos de corte padrão: A) polo cefálico; B) lábios e nariz; C) face; D) perfil da face, E) coluna vertebral ; F) imagem das 4 câmaras cardíacas; G) abdome; H) mão e antebraço; I) membro inferior.


Sabe-se que o comprimento do colo uterino se associa com o risco de parto prematuro. Há uma relação inversamente proporcional de quanto menor o comprimento do colo uterino, maior o risco de parto prematuro no segundo trimestre de gravidez, identificação esta conseguida por ultrassonografia via transvaginal. Não há consenso de qual valor do comprimento uterino que seja o mais adequado para servir de referência para se adotar medidas preventivas do parto prematuro, como, por exemplo, uso de progesterona. Porém, o valor de referência mais aceito como elevação de risco de prematuridade é comprimento inferior ao 2,5 cm. Mais importante que o comprimento do colo uterino como preditor de prematuridade é uma história deste fenômeno em gestação anterior que, somada ao achado de colo curto, eleva ainda mais o risco. Não obstante, a cultura atual de nossa sociedade é ter poucos filhos, fazendo com que muitas mulheres não possuam uma história obstétrica que sirva de referência. Daí o crescente valor da mensuração do colo uterino, via ultrassom transvaginal, no segundo trimestre de gravidez. A figura 2 abaixo demonstra o aspecto ultrassonográfico de um colo uterino normal.

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Técnica transvaginal demonstrando imagem ultrassonográfica do colo uterino exibindo a medição de seu comprimento (pontilhados amarelos) 

A ultrassonografia é um método que apresenta limitações. Trata-se de uma ferramenta diagnóstica que não produz imagem real das estruturas estudadas, mas representativas de tais estruturas. Acrescido a isso, algumas doenças podem se iniciar, ou exibir sinais, em momentos cronológicos posteriores ao da realização do exame. Não se pode esquecer, ainda, da intermitência de achados ecográficos de algumas doenças que podem acometer o feto, dificultando o diagnóstico. Há fatores que independem da vontade do examinador e que, claramente, reduzem a qualidade da imagem, como a obesidade materna, pela interposição de espessas camadas da parede abdominal materna dificultando a penetração do som e a redução do volume do liquido amniótico (o liquido é um ótimo condutor do som, servindo, por isso, como meio de contraste natural que uma vez reduzido, piora a qualidade da imagem). Por tudo isso, a humildade é a palavra chave para o ultrassonografista, que precisa se dedicar muito ao exame, bem como com sua formação. E, de outro lado, a compreensão das pacientes quanto a tais limitações favorecem uma saudável relação médico-paciente.


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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Como ter um armário inteligente que cabe no seu bolso!

LIQUIDAÇÃO! Meus olhos brilham, a vontade de entrar na loja cresce, analiso roupas, estampas, cortes, levo o máximo que o provador permite, se não dá, deixo com a vendedora para ir trocando e conseguir experimentar tudo o que separei!

Para qualquer garimpeira de lojas de departamento, outlet e lojas luxuosas numa boa promoção, as cenas acima soam familiar. Apesar de sempre buscar um valor mais justo, gosto de qualidade e de andar com roupas que combinam com o meu estilo, me atentando algumas vezes para a moda vigente, mas preferindo peças atemporais.

Nada nessa vida é perfeito e mesmo tendo essa vontade de economizar na hora de comprar uma roupa, acabava comprando coisas que não havia necessidade, que eu gostei na hora e depois não ficou legal, ou que eram muito parecidas com algo que eu já tinha em casa. Sempre tive meus erros e acertos, até que surgiu em minha caminhada uma Consultora de Imagem e Estilo! (As amigas piram em 3, 2, 1! risos) Sim , tive essa sorte na vida e posso dizer que está ao alcance de TODOS!


Como ter um armário inteligente que cabe no seu bolso! Serafinna Consultoria

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Vamos amar mais e julgar menos?


Achei simplesmente SENSACIONAL esse ensaio que algumas mães fizeram e foi publicado no jornal inglês Daily mail!! Quem nunca foi julgada por fazer determinada escolha? ESCOLHER, segundo o nosso dicionário, significa selecionar, adotar, optar, preferir, eleger. Assim como tudo na vida, na maternidade também temos que fazer várias escolhas, que são baseadas na nossa realidade, vivência e crenças.

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Ensaio Gestante: Gláucia Aguiar


Ensaio de gestante é uma delícia! Ficamos à imaginar, sonhar com a criança nos braços, sentimos uma felicidade de poder fazer fotos cheias de amor e leveza! As primeiras de muitas fotos em família! Quem sonhou e planejou com muito amor e alegria, foi a minha amiga Glaucia Aguiar, que planejou uma linda chegada da anjinha Manu ao mundo!

"Meu sonho de infância sempre foi casar e ser mãe. E como todo menina que brinca de boneca ser mãe de uma bonequinha, uma princesinha. No dia que soube Q estava grávida da Manu, já sabia queria um ensaio leve, em um lugar aberto e com muita natureza em volta.

Foi então que decidi com a ajuda da fotografa Tattila Pimenta fazer no Topo do Mundo. Fiz uma escolha de Fotos que mostram a delícia cor de rosa de ser mãe de menina e a mistura de ser uma esposa que mesmo de barrigão não perde a sensualidade e deixa de ser linda e feminina."

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

#DicaNetflix: Las Chicas del Cable

Sou da época (não que eu tenha muitas décadas de vida) que para assistir um filme legal, novo ou diferente daqueles que passavam na televisão, precisávamos ir à locadora, fazer um cadastro, escolher entre as muitas estantes uma fita de vídeo cassete. 

Era a sensação mais frustante quando alguém chagava antes e alugava a fita que a gente queria, mas fazíamos uma reserva e esperávamos N dias para voltar à locadora e abraçar nosso VHS. 

Eu adorava ir com meu pai. Corria para os corredores de filmes infantis e meus olhos até brilhavam. Era um dos meus melhores passeios! Que saudade! 

Depois vieram os DVDs e depois outros recursos tecnológicos que fizeram nossas queridas locadoras desaparecerem.  

Até que descobrimos um dos maiores serviços de streaming de vídeos no mundo, da nossa querida provedora global de filmes e séries de televisão: NETFLIX!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Joy - Infância Bilíngue e a Importância do Brincar na Era Digital

Olá, famílias sortudas!

Acredito que uma das metas de todas as famílias no processo de formação de suas crianças é fazê-las aprender, pelo menos, uma segunda língua.

No mundo globalizado é um diferencial (que oportuniza várias situações) compreender outras línguas e ser capaz de se comunicar por elas. 

O medo de que a criança terá dificuldade para assimilar outra língua ou mesmo que o seu contato poderá prejudicar o aprendizado da língua materna já é suprimido pela orientação dos especialistas, que garantem que nossas criancinhas são muito capazes de descobrir outro idioma sem prejuízo.  

E a melhor maneira de aprender qualquer coisa na infância, inclusive língua estrangeira, é brincando!




segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ultrassonografia no primeiro trimestre de gravidez: qual a sua importância?


A ultrassonografia é um importante método de avaliação da gestação ao longo de todo o período gestacional. Cada trimestre tem os seus aspectos mais importantes que devem ser investigados. Abordaremos aqui questões relacionadas ao primeiro trimestre.

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A gravidez é um contínuo, um processo evolutivo. É como um filme, sendo que o ultrassom permite fotografar momentos que permitem inferir a respeito da saúde fetal.

Vivemos num mundo em que a velocidade da troca de informações é muito elevada, havendo uma demanda da sociedade em tomar conhecimento, o mais rápido possível, de tudo que possa estar ocorrendo. Haja vista o sucesso que a telefonia móvel obtém desde o seu surgimento. Como estamos situados neste contexto, existe igual demanda por precoce informação a respeito da saúde da criança que chegará. Isto é, em certo grau, propiciado pela ultrassonografia, mais notadamente expresso já no primeiro trimestre de gravidez, quando inúmeros questionamentos já são formulados.

A principal pergunta a ser respondida em qualquer decisão que se seja necessária tomar é: qual a idade gestacional? Calcula-se a idade gestacional, principalmente, baseando-se tanto pela data do início do último período menstrual quanto pelas medidas fetais durante a ultrassonografia. Comprovadamente este último método é o mais confiável. Sabe-se que na fase inicial da gravidez, o embrião exibe crescimento corporal numa velocidade muito grande, chegando a cerca de 1 mm por dia. Já no último trimestre, estrutura como o fêmur que é importante parâmetro da determinação da idade gestacional, cresce cerca de 1 mm por semana. Além disso, no primeiro trimestre os embriões e fetos apresentam grande semelhança de tamanho, ao passo que no último trimestre de gravidez o feto pode exibir características familiares, tornando-se maior ou menor que a média para a idade gestacional. É aceitável uma discordância nas mensurações entre dois ultrassonografistas experientes de cerca de 1mm. Como o cálculo da idade gestacional é baseado no tamanho do embrião e de estruturas fetais, sabe-se que um erro de 1 mm na fase inicial significa um dia de discordância, o que é desprezível. Já na fase final, 1 mm pode significar um erro de uma semana, o que é inadequado. Aliado a isto, no terceiro trimestre, o maior ou menor tamanho pode não significar idade gestacional mais avançada ou mais nova, caso o feto exiba crescimento relacionado com a composição genética familiar ou, até mesmo, problemas relacionados a crescimento. Assim, é muito importante que em toda gravidez seja realizado uma ultrassonografia no primeiro trimestre de evolução para que se tenha certeza da idade gestacional. Isto baseará todas as futuras decisões na gravidez. Deve ser ressaltado que uma vez determinada a idade gestacional, ela não se modifica por exames posteriores discordantes. Se ultrassonografias posteriores concluírem uma idade gestacional maior que o esperado em relação ao primeiro exame realizado no primeiro trimestre de gravidez, significa, simplesmente, que o feto cresceu acima da média. O mesmo raciocínio é realizado para o crescimento menor que o esperado nos exames seriados.

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Durante o primeiro trimestre de gravidez se dá, praticamente, toda a formação do fetal. A partir daí, ocorre o crescimento dos órgãos e a obtenção da maturidade que permitirá um adequando funcionamento após o nascimento. Assim, nesta fase da gestação, pode-se avaliar a anatomia fetal, compreendendo que é um estudo bem mais limitado do que se consegue no segundo trimestre de gravidez. Isto porque as estruturas são pequenas, além de se apresentar em estágios evolutivos bem precoces, sendo que se modificarão ao longo da gravidez. O chamado estudo morfológico do primeiro trimestre permite identificar diversas malformações, geralmente aquelas que exibem um caráter mais grosseiro. Nesta época, é passível de se realizar uma análise da formação dos principais sistemas orgânicos.

Dentre a avaliação anatômica do primeiro trimestre, a mensuração da translucência nucal (TN), possui relevante valor. Como demonstrado na figura abaixo, a TN é a presença de uma certa quantidade de líquido que os fetos possuem, entre a pele o tecido adiposo que recobre a coluna. Esta coleção líquida deve ser medida entre 11 e 13 semanas e 6 dias de idade gestacional e regride após 14 semanas de gravidez. O correto é medi-la quando o feto apresentar uma medida do comprimento cabeça-nádegas entre 45 e 84 mm. O valor de normalidade da TN varia de acordo com a idade gestacional, por isso deve ser evitado considerar valor fixo de referência para definir quanto à normalidade ou não do tamanho desta estrutura. Existem tabelas contemplando os valores de normalidade em relação à idade gestacional, bem como softwares, que podem ser utilizados no referenciamento do tamanho da TN. Deve ficar bem entendido que uma TN aumentada não significa diagnóstico de malformação nem de síndromes. Uma medida elevada significa risco aumentado de tais situações, mas jamais diagnóstico de certeza. A medida de TN é um método de rastreamento, jamais pode ser considerado um método diagnóstico. Sabe-se que diversas doenças cursam com o aumento da espessura da TN, mais notadamente a síndrome de Down e doenças cardíacas. Daí, o risco dessas inúmeras doenças elevarem diante de tal achado.

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Vale a pena um esclarecimento quanto ao conceito de elevação de risco. Quando se diz que um risco para, por exemplo, a presença de síndrome de Down elevou diante de uma medida da TN elevada para a idade gestacional, não significa que há maior chance da criança possuir síndrome de Down, ao invés de nascer saudável. O risco de uma síndrome de Down se eleva com o avançar da idade materna, independente se é primeira gestação ou não. Hipoteticamente, podemos dizer que o risco de síndrome de Down para uma grávida de 30 anos de idade seja de 1/600 nascimentos vivos ao passo que tal risco seja de 1/60 para uma grávida com 40 anos de idade. Pode-se notar que o risco elevou em 10X de 30 para 40 anos de idade, mas a chance da criança da gestante de 40 anos de possuir síndrome de Down é de 1,7% ao passo que de não possuir é de 98,3%.
Dentro do contexto de obtenção de informação em menor tempo possível, surge a ansiedade do casal e sua família quanto a saber qual o sexo da criança já no primeiro trimestre de gravidez. Nesta fase da gestação, durante o período em que se faz a mensuração da TN, já é possível observar a genitália, porém isto não significa que seja possível determinar o sexo. Isto porque, nesta fase da gestação, ambos os sexos possuem a estrutura chamada de tubérculo genital e que é idêntica entre as meninas e os meninos. A única diferença que pode estar presente encontra-se no ângulo entre o tubérculo genital e a pele dorsal lombo-sacra. Como na figura abaixo, os meninos tendem a possuir um ângulo maior que 30° enquanto que as meninas tendem a exibir um ângulo menor que 30°. Este é o motivo pelo qual não se pode determinar com certeza o sexo nesta fase da gravidez. Os trabalhos científicos calculam que este método de determinação tem um percentual de acerto médio de cerca de 85%. Este percentual varia de acordo com a idade gestacional, sendo menor em torno de 11 semanas e se elevando gradualmente até 14 semanas. Esta precaução de não afirmar o sexo nesta fase da gravidez é simplesmente para aguardar o natural processo evolutivo, que, muitas vezes, por ansiedade, almeja-se conhecer o que ainda está sendo formado. A partir de 16 semanas de idade gestacional, obtém-se grande sucesso na determinação do sexo fetal, cientes de que, quanto mais evoluída a gestação, mais confiável é este diagnóstico.


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Relato de mães: Nem tudo são flores!

Maio! Mês mágico para nós mamães, não é? Ser mãe é algo indescritível, é amar cada vez mais, mesmo achando que não existia tanto amor no mundo! Mas apenas nós, mães, sabemos como as coisas são nada fáceis.
Quando a gente é filha, a gente ama a mãe e é grata por tudo. Mas quando nos tornamos mães, a coisa muda. A gente passa a entender e a amar cada vez mais. A gente vê como nunca foi fácil. A gente passa dar valor a pequenas coisas, pensando em tudo que nossas mães já passaram por nós, em cada noite mal dormida, cada aperto que passaram, cada ida ao médico.

mãe e filha
Muito amor envolvido