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quarta-feira, 16 de maio de 2018

A Segunda Vez



"Pela segunda vez, mãe. 
E então a oportunidade de se reinventar por inteiro quando se achava que não era possível de novo, já que inaugurar-se mãe é a mudança mais profunda da vida. 
Na primeira vez você se transforma. Na segunda vez você percebe que é possível ressignificar tudo.
Na primeira vez você agradece pela vida. A segunda vez te faz compreender o valor (de cada segundo) que ela tem.
Na primeira vez você se fortalece nos limites superados. Na segunda vez você se sente como um atleta que bate o seu próprio recorde. 
Na primeira vez você tem medo e insegurança. A segunda vez te traz outros medos e outras inseguranças. 
Na primeira vez você adoece junto com a primeira virose da cria. Na segunda vez você cuida, aumenta a fé e resolve. 
Na primeira vez você sempre dá colo. A segunda vez te transforma em polvo. 
Na primeira vez você acha que a fase de desenvolvimento atual é sempre melhor que a outra. Na segunda vez você relembra o quanto é bom um cheirinho de recém-nascido. 
Na primeira vez você é rígida com as regras. A segunda vez te traz liberdade com responsabilidade, justamente por saber o que é verdadeiramente necessário. 
Na primeira vez você não sai de casa nos primeiros meses. Na segunda vez você quer ir ao parque, ao salão, à academia e que acabe logo a quarentena! 
Na primeira vez você descobre o amor incondicional. A segunda vez te faz entender a infinitude do amor.
Antes de Marina e Isabela, o início do dia era o momento da preguiça. Agora é o mais alegre e caótico. 
A noite era uma criança. Agora as crianças dormem e você corre para dormir junto.
E um texto como esse, antes escrito durante o trajeto pra casa, agora demora dias. Por causa da emoção, por causa dos hormônios que te deixam fora do ar, por causa delas que preenchem qualquer tempo que seria livre. 
E o que se imaginava é sempre mais, é surpreendente, é maravilhoso!"

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Os Filhos Crescem!


Parece tão óbvio dizer que os filhos crescem, mas por um bom tempo este fato não é tão óbvio na nossa mente de mãe. Ficamos acostumadas com seres pequenos e dependentes.

Quando estão em nosso ventre, impera um verbo possessivo em nossa cabeça. Estão ali!  Basta cuidar de nós mesmas e estamos cuidando deles. São tão nossos! E parece que será assim para o resto da vida. 

Nascem e nos tornamos a juíza. Batemos o martelo para as decisões importantes, porque, afinal, são tão dependentes de nós. Olhamos para aquele pequeno tamanho de necessidade, de desconhecimento do mundo, de inexperiência, e pensamos que obviamente será assim a vida inteira, com maior ou menor grau, mas continuará assim, tão dependente da gente. 


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Que bagagem queremos deixar para nossos filhos?

Quando a vida começa, o bebê tem uma mala de mão bem pequena, vazia. Nos primeiros anos de vida, nós somos responsáveis pela grande maioria do que vai lá dentro. Mas o que vamos deixar lá? Como vamos ajudar nossos filhos a se desenvolverem emocionalmente? O que nossos filhos poderão oferecer ao mundo quando se tornarem adultos?

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Brincar é essencial para o aprendizado da criança!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

10 dicas para evitar a pedofilia


Está circulando por aí um vídeo de um ser humano (para ser educada) “mexendo” com uma menina de 5 anos no supermercado. Sou mãe, ou seja, um filme passou na minha cabeça.
É trágico ver isso, é verdadeiramente triste, mas é bom ser divulgado para os pais verem o nível que as coisas chegaram!
Reportagens sobre o assunto: Terra e G1

Pedofilia, como evitar pedofilia, segurança de filhos, dicas de segurança, Mamãe Coruja, cuidados com filhos, pedofilo supermercado
Homem abordando a criança

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Manchas mongólicas: o que são?

Bella nasceu cheia de manchas arrocheadas! Eu acreditava que era devido a eu ter ficado 14 horas com a bolsa rota, e achei que sumiria em dois, três dias! Mas não sumiram! Ela tinha manchas nas costas inteiras e nádegas, nos punhos e tornozelos até metade da perna.

Manchas mongólicas, manchas de nascença, manchas roxas, mistura de raças

terça-feira, 15 de agosto de 2017

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Roteiro de Férias: Onde Ir em Jeri

Me leve pra longe agora
O que nos espera lá fora
É mais do que a gente sonha
Mais do que a gente sabe
(Me Leve - Plutão já Foi Planeta)

Julho chegou! Férias! Conforme prometido em meu último post (clique aqui para visualizar: Roteiro de Férias: Vila de Jeri), hoje vou falar um pouquinho sobre alguns passeio para fazer por Jeri: Duna do Pôr do Sol, Pedra Furada, Igrejinha e Praias...

Jeri é aquele lugar paradisíaco, onde as pessoas estão conectadas com a energia boa que a natureza e seus fenômenos trazem e, por isso, os melhores pontos turísticos são as maravilhas naturais da região.  


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Roteiro de Férias: Vila de Jeri (Jericoacoara)

Julho está chegando! Mês de férias! Aproveite para ir em algum lugar onde nunca esteve antes. Não precisa ser longe! Pode ser até mesmo na cidade onde mora ou nas redondezas. Agora, se quiser e puder ir para longe (e aí depende do ponto geográfico onde você mora) eu recomendo: J E R I C O A C O A R A!!!


segunda-feira, 26 de junho de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

DIY - Faça Você Mesmo(a): Lembrancinha de Dia das Mães

Toda mãe é feita de um doce bem doce
e mais de mil corações
pra caber todo amor que mora nela
(Galinha Pintadinha)

Olá, famílias sortudas!

Mês de maio chegou e é o mês das mais queridas: as mamães!

Toda mãe de primeira viagem sonha em ter seu primeiro dia das mães. Com o bebê dentro da barriga ou nos braços, sempre queremos experimentar a sensação de viver nosso primeiro dia das mães.

E dia das mães sempre tem cheiro de flores. Por qualquer lugar que a gente ande tem sempre alguém vendendo uma florzinha. Claro que uma mamãe merece muito mais do que flores, mas acho que as flores também representam bem o sentimento que temos em relação a nossas mães: símbolo da beleza, da alma, do amor, do perfume bom, que produz sementes, que alegra onde não há cor... 

Existem muitos tipos de mães, mas elas convergem no amor, porque amor de mãe é aquela parte das contas que é imensurável. Suspeitamos disso enquanto somos filhos e temos certeza quando passamos à condição de possuidor de filhos.

Mãe é mãe! E a palavra já carrega consigo toda intensidade do que é ser esse substantivo feminino.


Eu e minha mãe, mames, mamusca, mamusquinha... Chamo ela por muitos apelidos carinhosos!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Volta às Aulas e "O Que Vou Ser Quando Crescer"

O que eu vou ser?
Quando eu crescer?
Cantora ou doutora
Advogada ou professora
Ah! Posso ser...
Posso ser cientista, engenheira ou jornalista.
[...]
O que eu vou ser?
Quando eu crescer?
Bombeiro ou esportista
Arquiteto ou economista...



Fevereiro está chegando! É hora das crianças retornarem para a escola.

O que foi aprendido durante esse período de viagens, passeios, festas, atividades e momentos em família? Uma coisa é certa: nossas crianças cresceram (em todos os sentidos) um pouquinho mais.

Quando percebemos que mais um ano letivo vai começar e que nossas crianças vão aprender muitas coisas novas, passar por novos desafios da alfabetização, já ficamos com o coração apertado, pensando se, mais uma vez, vamos dar conta. 

Porque é bem verdade que acompanhar os filhos na escola é como formar pela segunda vez. Reaprendemos o que ficou na nossa infância e absorvemos novos saberes. Claro! O conhecimento está sempre em transformação. 

Meu filho ainda não faz provas na escola, mas vejo algumas amigas e amigos que têm filhos maiores estudado dia e noite ao lado deles para os exames da escola. 

É preciso reorganizar a vida (horários e rotina) para acompanhar os filhos na escola. É um desafio constante! As angústias deles são as nossas. As conquistas deles são as nossas. Até que chega o momento de discutir sobre a profissão. 

É inevitável! Atire a primeira pedra a mãe e o pai que quando seu bebezinho veio ao mundo não pensou de cara "o que será que meu filho vai ser quando crescer?". 


domingo, 22 de janeiro de 2017

Perfil da Geração Alpha


Dividir as diferentes gerações em X, Y e Z já não é novidade, mas o que vem depois da Z, a geração dos nativos digitais, até então, mais recente? O Canal Gloob, em parceria com a empresa de pesquisa Play Conteúdo Inteligente, desenvolveu uma pesquisa que apresenta ao mercado e ao público a Geração Alpha, crianças nascidas a partir de 2010 e que são frutos da Z. O estudo nomeado “Geração Alpha – Um mindset em construção” traz as percepções destas crianças sobre o brincar, além das referências, dos contextos e das mudanças para a vida em sociedade.

O estudo contou com três fases – Desk research (com o levantamento de dados secundários), Quantitativa e Home invasion, com entrevistas de campo individuais. Ao todo, participaram dessa amostragem cerca de 510 pais e crianças entre 6 a 9 anos, de classes A, B e C com acesso à TV Paga. 

“Investimos continuamente em pesquisas para entender o nosso target e nos tornarmos cada vez mais especialistas no comportamento infantil. A relevância desse estudo reside, principalmente, em conhecer essa geração ainda em formação para que possamos oferecer conteúdos e experiências que dialoguem com ela”, explica Luciane Neno, gerente de marketing do Gloob.

Tendo a geração Z como espelho, a pesquisa mostra que muitas das características da Alpha potencializam aquelas já encontradas na geração passada. O comportamento Geek é uma delas. As crianças da geração Z, e mais fortemente da Alpha, focam, cada vez mais cedo, em games, histórias em quadrinhos e youtubers/influenciadores e se afeiçoam a um personagem, que não precisa ser necessariamente de um produto de entretenimento. Outras características apontadas pelo Dossiê Gloob que definem a geração Alpha são:


  • A maioria destas crianças são filhos únicos;
  • Terão acesso a novos modelos de educação. Mais personalizado e direcionado ao perfil de cada um;
  • Privacidade é algo que estas crianças não conhecem. Tudo é exposto no mundo virtual;
  • São exibicionistas. Na ausência de privacidade, o exibicionismo é um fato;
  • Criadores de conteúdo. Criarão cada vez mais conteúdos, a partir de suas próprias experiências;
  • Buscam experiências imersivas e interativas. O mundo virtual traz, cada vez mais, estas duas possibilidades.
  • Com estas novas características e com o contexto social e familiar que esta geração encontra, o estudo ainda aponta sete mudanças comportamentais presentes nestas crianças:
  • O empoderamento das meninas;
  • A versatilidade dos meninos;
  • A flexibilidade de gênero;
  • O reconhecimento dos pais e das mães como os ídolos das crianças e não mais os famosos;
  • A maior conexão da figura paterna com os filhos;
  • A mudança na forma de identificação com o personagem (com a atitude do mesmo prevalecendo sobre a beleza estética)
  • A necessidade de integração dos meios (as crianças acessam, cada vez mais cedo, cerca de 14 meios para conhecerem um produto).
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Segundo o Dossiê Gloob, são estas sete principais mudanças que podem guiar o futuro nas relações interpessoais e familiares, nas brincadeiras e na forma como o mercado se relaciona com esta nova geração.

Na visão de mercado, por exemplo, estas mudanças possibilitam a oferta de produtos com aventura e ação para as meninas e, para as crianças no geral, brinquedos e brincadeiras sem distinção de gênero, e sim com foco na ação e no storytelling. O foco dos brinquedos, aponta a pesquisa, agora precisa ser na experiência, no conteúdo e não mais na estética. E para falar com o público infantil desta geração, uma marca precisa se fazer presente em diversos meios.

E por aí? Como tem sido a experiência com crianças da Geração Alpha?

Beijos,






sábado, 21 de janeiro de 2017

Relato de Mãe - Mãe de Sorte!


Hoje tem relato da Danni Paiva, do Blog Meus e Seus Filhos: uma mamãe que teve endometriose na gravidez mas foi compensada posteriormente com o nascimento de uma filha iluminada, a Catarina!

"Já ouvi que não devemos divulgar quando nosso bebê dorme a noite toda, mama leite materno, come bem e não tem as terríveis cólicas dos primeiros meses. Mas vou confessar que sou uma mãe de sorte com a Catarina. 

Talvez para compensar a gravidez difícil, com a descoberta da endometriose, ansiedade para engravidar e repouso absoluto por quase três meses, ela brilhou desde que nasceu e pegou o peito no mesmo dia, sem que eu tivesse qualquer rachadura, inchaço, febre ou outro terrível problema que já vi acontecer com amigas e é motivo de muito sofrimento.

A boa alimentação está diretamente relacionada ao aleitamento materno e exclusivo até os cinco meses e meio (sou muito ansiosa e não consegui esperar chegar ao sexto para introduzir a fruta). É que o nosso leite não tem exatamente o mesmo sabor todos os dias, até em razão do que comemos, e isso contribui para a boa aceitação dos novos alimentos.

endometriose, dificuldade em engravidar, Blog Meus e Seus Filhos, Mamãe Sortuda, Danni Paiva, relato de mãe

O sono ininterrupto a noite, tenho que confessar, devo ao meu marido, que insistiu, desde o nascimento da Catarina, que ela fosse colocada ainda acordada no berço para dormir sozinha. Por mim, mãe “super Felícia”, que tem necessidade de beijar, abraçar e carregar no colo, teria a ninado até não aguentar segurá-la mais. Ela, em raríssimas vezes, dorme em nossa cama (e também não condeno essa atitude deliciosa), e até estranha quando precisamos trazê-la a noite, porque estamos exaustos ou porque estamos em algum lugar sem o seu bercinho.

As cólicas não foram totalmente inexistentes. Tivemos alguns episódios, mas que não duravam tantas horas como é comum acontecer. Nossa pediatra prescreveu a medicação e usávamos bolsas de água quente, que aliviavam rapidamente os incômodos dessa fase.

Uma coisa importante, que me preocupei desde o primeiro dia de vida dela, foi insistir, ainda na maternidade, para que ela pegasse o bico - e funcionou! Esse artifício ajuda muito a acalmar o bebê, e já li que estudos recentes indicam o uso até 2 anos porque contribui para o desenvolvimento do maxilar.

Apesar dela mamar exclusivamente no peito nos primeiros meses, me preocupei em tirar meu leite e oferecê-lo na mamadeira, para que fosse uma opção caso eu não estivesse presente. A última mamada era dada pelo meu marido e ele adorava participar desse momento.

Como sempre digo, não existem regras, eu apenas sigo meus instintos, além de alguns palpites de mãe, sogra, tias..." Danni Paiva

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Os 05 Primeiros Anos de Vida

05 anos! Num estalar de dedos! Meia década de maternidade! Sem contar as 42 semanas de gestação. 

Sempre que dezembro chega eu consigo sentir tudo que eu sentia naquele dezembro. O cheiro de panetone, as luzes de Natal, a árvore na sala, os sinos na porta... Tudo neste mês faz eu lembrar da primeira vez que os olhos do meu filho abriram para o mundo (já contei nosso parto AQUI).

Foi outro dia que eu estava olhando para aquele bebezinho que não sabia falar e imaginando quando chegariam e como seriam as próximas fases. 

Era tão pequeno, dependente e tudo era tão novo. Ainda é! É verdade! Ele é meu único filho, não sei como serão as coisas pelos próximos mil anos (porque era tudo que eu queria que ele vivesse), mas, com o passar dos anos, ficamos mais confiantes na maternidade. 

5 anos, Os primeiros 5 anos de idade

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Deixe o pai ser pai!

paternidade ativa

A cada dia o assunto paternidade tem sido mais discutido, a maternidade hoje divide seu protagonismo lado a lado com pais cada vez mais ativos na criação dos filhos. No meu caso, vim de uma criação que a respondibilidade educacional era muito mais da minha mãe do que do meu pai. Apesar de ser um excelente pai, de termos histórias incríveis juntos, era uma relação distante e a função do pai era intervir em questões que fossem mais importantes, enquanto a mãe cuidava das questões corriqueiras. E por experiência, vejo que isso deixa lacunas nas relações entre pais e filhos. E meu pai, como filho, não foi diferente né? Ninguém o ensinou a olhar a paternidade sob um outro olhar. Ele foi pai, como ele viu o pai dele o sendo.

Acredito que hoje nossa geração seja privilegiada, por haver mais informações, pelo assunto ser mais debatido e também por vários homens que tiveram esse mesmo modelo de educação, e acreditam que ela possa ser melhorada.

Hoje é muito comum vermos pais com as crianças e dando conta do recado. Vemos mais pais em reuniões escolares, vemos pais parando para conversar com os filhos, pais participando das atividades e decisões do dia a dia, seja para comprar roupa, levar ao dentista ou ao médico de rotina, ao judô ou ao balé.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Socorro! Como Largar A Chupeta?

Olá, famílias sortudas!

Outro dia uma mãe pediu para que eu desse dicas de como fazer sua criança largar a chupeta. 

Bem, se você também está na fase do querer tirar a chupeta... Converse com profissionais de pediatria e odontopediatria para receber as melhores dicas.

Vou dividir com vocês meu empirismo...

Eu era daquelas que falava meu filho não vai usar chupeta, agora é a hora que você pode rir do que eu falava. É! Quando não somos mães falamos esse tipo de coisa. 

Davi nasceu e eu tentei, tentei mesmo fazer com que ele não usasse chupeta, mas até os 2-3 anos as crianças estão na fase oral e têm a necessidade de sugar alguma coisa. Eu não oferecia a chupeta e ele pegava o que estava mais próximo: a mão.

A pediatra disse que eu teria que escolher entre a chupeta e os dedos, mas que eu soubesse que seria mais difícil tirar os dedos posteriormente. Afinal, a chupeta você joga longe, mas e a mão? Foi quando ofereci a chupeta. 

Socorro! Como Largar a Chupeta?

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cadê o Cabelo que Estava Aqui?

Olá, famílias sortudas!

Fiz um post aqui no Blog chamado LARGUE O NOSSO CABELO!, já tem um tempinho. Contei sobre a "censura" em relação ao cabelo (ou cabelão) do meu filhote.

Ele nasceu com muito cabelo e eu apaixonei pela jubinha do leãozinho.