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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Conhecendo a SUAV Buritis 2


Abriu no Buritis 2 uma unidade nova da SUAV!!!! A experiência foi tão legal que quero compartilhar com vocês minhas impressões! A SUAV é uma franquia de cuidados, de forma expressa, ou seja, é só chegar e aproveitar do seu momento de beleza. Ela foi projetada para atender mulheres e homens, ou seja, dá pra levar o maridão para se cuidar à tira colo! Hahaha! Lá é possível fazer esmaltação das unhas, unhas de fibra, unhas de gel, depilação com cera, depilação com linha e design de sobrancelhas. 

O fato de não ter que marcar horários é perfeito! Estou sempre correndo pra cá e pra lá, e poder chegar e fazer tudo o que preciso no MEU horário é o ideal para mim! A SUAV do Buritis 2 funciona de 9 às 19 horas durante a semana, e de 9 às 16 horas aos sábados. 

Em um único lugar conseguimos ter o nosso momento de beleza e cuidados. Pacote completo: unhas, depilação e sobrancelhas, em um único lugar. Não é preciso ficar indo em vários lugares para fazer cada um desses cuidados.

Agora o fator mais importante para mim é a qualidade dos serviços prestados. Estou impressionada com a duração das minhas unhas. Fiz unhas de gel e elas duraram demais! Duas semanas depois estavam intactas! Minhas unhas cresceram tanto que resolvi tirar as de gel e fazer uma cobertura em minha unha natural mesmo, para ficarem resistentes e duradouras. Sendo assim, fiz cobertura de gel e fibra de vidro! Ficou excelenteeeeeee e super duráveis também!!!!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Dieta nossa de cada dia...


Sabe esses desafios do Instagram? Pois é, fiz um deles, que eram 30 dias sem carboidrato. Adorei o resultado e fiz mais 30 dias. Depois voltei à minha vida normal e o que aconteceu? Engordei outra vez!
Na realidade, não voltei à vida normal, pois esse desafio me ajudou a aprender a me alimentar corretamente. Mas, porque engordei?

Resultado após 30 dias

Resultado pós 60 dias de dieta

terça-feira, 1 de maio de 2018

Mãe Zen: Sorteio de Dia das Mães

Maio! Mês das mães! E o que mais vemos por aí nesta época do ano? Comerciais incentivando os presentes para as mamães, mas já notou que a maior parte diz respeito ao ambiente doméstico? 

Toda mãe precisa de um tempo seu, de cuidado consigo mesma, de amor próprio, de valorização. As mães estão sempre cansadas. Percebe isso? Estão esgotadas em seus mil turnos de trabalho, em suas mil tarefas. 

As mães precisam ser valorizadas, precisam ser zeladas em toda a sua integridade. Precisam, como todo mundo, de bem estar físico, mental, social, espiritual... Precisam de paz! 

Quer transformar o mundo? Faça algo diferente pela sua mãe. Ouça o que ela tem a dizer, pergunte sobre seus gostos pessoais, sobre o que ela tem vontade de fazer, de conhecer, de experimentar. Nós também faremos algo diferente por uma mãe! Queremos presentear uma mamãe nesse dia das mães com uns mimos especiais. 

Mãe, é hora de você relaxar! De ter um tempo para cuidar da própria saúde e de se sentir ainda mais bonita e especial.


Mãe Baladeira: Sorteio de Dia das Mães


Você era a típica garota que amava ir para a balada com as amigas, virar a noite dançando ou apenas sair para qualquer lugar sem ter hora para querer voltar para a casa? Mas a maternidade chegou e, com o tempo, você percebeu que as baladas (e a energia para elas) ficaram para trás?  

Você é daquelas mães que uma das coisas que mais sente falta é de uma boa noitada com seu par? Ou de um passeio dançante com as amigas?

Pensando nessa necessidade que toda mãe tem de se desligar um pouquinho da maternidade e ter um tempo para ser bem menininha, queremos presentear uma mamãe nesse dia das mães com uns mimos especiais. 

É hora de você passear! Com direito à elegância e uma boa produção!


Mãe Romântica: Sorteio de Dia das Mães

Quais as transformações que a maternidade causou em sua vida? Para muitas mães, a resposta à pergunta está relacionada às transformações do corpo, ao se sentir bonita, à vaidade, à sensualidade ou, até mesmo, a dificuldade para ter um tempo só seu ou a sós com o seu par. 

Pensando nesse desafio de encontrar o equilíbrio entre a "vida materna" e todas as outras dimensões de vida que ainda existem nessa mulher que virou mãe, queremos presentear uma mamãe nesse dia das mães com uns mimos especiais. 

É hora de valorizar sua beleza, que é única! É o momento de redescobrir todo o poder de transformação que está em suas mãos e todo o charme que existe em você.


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Transição Capilar!


Cabelos novos por aqui! Uhu!!! Me sentindo tão linda, por dentro e por fora, que preciso compartilhar um pouco de histórias, sentimentos, superações e motivações! 

Esse é o cabelo que sempre existiu mas nem eu mesma o conhecia! Desde os meus 13 anos de idade fiz relaxamentos, e nos últimos 6 anos, além dos relaxamentos, fazia também progressivas. Ou seja, definitivamente, eu não sabia como era o meu cabelo. Tenho mais anos de cabelos quimicamente tratados do que anos de cabelos naturais. 


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Na infância vivi aquela fase na qual o cabelo "bom" era o liso, e cabelo "ruim" era o crespo. Nas mídias a imagem da mulher bonitona normalmente era a de uma mulher com o cabelo liso. Conheço muitas pessoas com histórias parecidas com a minha. Pessoas que que sofreram algum tipo de descriminação, ou que se sentiram diferentes e menosprezadas por terem cabelo afro.

Lembro das brincadeiras de infância e eu sempre colocava uma fronha na cabeça para simular um cabelo grande e liso. Eu sentia vergonha do cabelo alto e cheio de volume, que embolava após 10 minutos de haver desembaraçado.

Já sofri preconceito em salões de beleza. Quantas vezes...

Quantas vezes já escutei a piada: "cabelo ruim é igual bandido, ou tá armado ou tá preso." 

Em uma festa de família do ano passado uma parente próxima olhou para o cabelo da Nina e falou assim: "Coitada, foi puxar logo o cabelo do pai." Falei: "puxou o nosso cabelo." Ela falou "mas o seu cabelo é bom". 

Quando ia a algum lugar com piscina riam de mim pois o meu cabelo era impermeável. Hahahaha! Quantas vezes isso aconteceu...quantas vezes!

Na escola eu tinha o apelido de Helô Jubão. Estou aqui escrevendo e rindo, mas a verdade é que carreguei essas críticas idiotas comigo por muito tempo.

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Eu com 5 anos de idade! Amo essa foto!
Não parece mas eu estava vestida de Emília, em uma versão adaptada! Hahaha!


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Eu com 8 anos de idade!


Dores foram se acumulando com o passar dos anos. E aí o Papai do Céu me manda de presente essa princesa, de cabelinhos de molinhas, de coração tão bom, puro e lindo. Eu amo o cabelo dela, amo mesmo! Acho minha filha autêntica, linda, cheia de estilo e com o cabelo lindo, cheinho de "póim" - é a forma que falamos por aqui! E ela com certeza é a minha maior inspiração.


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Um certo dia ela chegou da escola resmungando que o coleguinha tinha falado que o cabelo dela era "ruim", e o meu coração partiu. Na mesma hora vieram à mente todos os meus sentimentos da infância, e o desejo que ela não se sentisse como eu me senti. Nas brincadeiras ela começou a pegar uma fronha, colocar na cabeça, e a falar que aquele era o cabelo dela.  E por mais que eu a incentivasse em relação ao cabelo dela ela não queria tirar a fronha da cabeça. Mais uma vez eu me vi em minha filha. No dia-dia ela queria que o cabelo dela balançasse como o meu.

Então essa mudança foi por mim, e por ela também! 

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Já sentei em uma cadeira de salão para conversar sobre transição e percebi que não é uma ida ao salão que iria mudar tudo o que senti nestes anos em relação ao meu cabelo e aos comentários que já escutei. Precisava sentar comigo mesma, conversar internamente e fazer um processo de desintoxicação de tudo o que havia vivido até o momento. Nesse tempo de transição voltei atrás da ideia e acabei usando a progressiva novamente, mas juntei minhas forças e fui em frente! 

Transitar o cabelo foi chato demais. Mas o dia em que cortei meu cabelo, junto com a minha filha, foi uma felicidade tão grande! Ela amou, e eu também! Nesse dia o coração bateu mais forte. Nos preparamos para cortar o meu cabelo e também o dela, pois foi o primeiro corte. Fomos em um salão que é nossa inspiração diária, de transformação e criatividade em cabelos: A Liza que Fez!



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E esses são os nossos novos looks! Estamos amando! Nina vez ou outra solta: "Mamãe seu cabelo está lindo, cheio de 'póim', sua linda"! Hahahaha! Essas crianças fazem maravilhas em nossas vidas!  Nessa semana ela falou "Mamãe, seu cabelo não balança, igual ao meu". kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Ri demais! Essas somos nós, integralmente, com o nosso cabelo estiloso! Estamos nos sentindo tão chiques andando de cabelos iguais por aí! Agora já até falam que ela é a minha cara!!!!! Hahahaha!

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Me senti tão parecida com a minha filha, mas também parecida com minha mãe! 
Essas são fotos antigas dela! 


Em breve quero contar um pouco dos cuidados com os cachinhos por aqui! Estou achando bem mais prático do que antes. Passei quase um ano de cabelo preso pois ele estava trifásico: raiz natural, uma desondulação que fiz e restos de progressiva. Estava bonito não, mas valeu a pena a espera, paciência!

Estou feliz por estar vivendo novas experiências e me desfazendo aos poucos do que algum dia me afligiu! 






sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dicas de comprinhas!


Durante o processo de Consultoria de Imagem e Estilo que contei aqui, eu e Ana Libanio, da Serafina Consultoria, passeamos por Bh em busca de roupas com preços acessíveis, de boa qualidade e que trouxessem estilo e personalidade aos meus looks! Visitamos brechós e lojas de departamentos nessa busca e encontramos muitas opções interessantes!



Criamos um vídeo com 5 dicas para hora das compras para te ajudar a comprar com consciência!


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ensaio para revelar a gravidez!!

E o nosso tão sonhado segundo positivo chegou!! E nessa gravidez eu quis fazer tudo diferente desde o começo! Não que eu não tenha aproveitado aproveitado a primeira! Aproveitei e muito! Mas essa gestação quero levar de maneira mais leve, sem tantas neuras e preocupações (ou pelo menos outras!)

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Como aprender a se vestir bem?


Sempre fui aquela pessoa de poucas curvas e quadradadinha de corpo: ombros na mesma linha da cintura e também do quadril, e pra finalizar com chave de ouro, com quase nada de busto. Dificuldades para me vestir? TODAS! Sempre sonhei com uma cinturinha! Sempre vi nas revistas e blogs de moda alguns formatos de corpo (pera, ampulheta...), e também, sugestões de roupas para determinados formatos. Já testei alguns modelos sugeridos e não ficou da forma como eu gostaria. E confesso, sempre tive dificuldades de me vestir e me sentir bem. 

Participo de um grupo de mulheres empreendedoras que se chama "Mulheres que Caminham Juntas" e lá conheci a Ana Libanio, consultora em imagem e estilo da Serafinna Consultoria! Foi muito legal o nosso encontro nessa vida e de imediato já começamos a combinar como seria minha consultoria.

Descobri através deste trabalho que a nossa imagem e estilo devem dizer sobre nossa personalidade, trabalho, estilo de vida e estar de acordo com nossos objetivos! E mais do que focar na a roupa existem outros elementos que podem nos favorecer como bolsas, acessórios, cor de esmalte, corte e cores do cabelo, maquiagem e sapatos! E aí está o xis da questão: os sapatos! Eles sempre foram os meus xodozinhos. Descobri através da consultoria que os sapatos representam uma marca forte da minha personalidade. Yes! 

Como blogueira sempre estou em muitos eventos e não dá para ficar comprando roupas para cada evento que vou, não é mesmo? Tivemos uma etapa muito legal que foi a visita dela em minha casa. Ela perguntou o que eu gostava de usar, selecionamos algumas peças e acessórios e fomos montando looks que nunca havia pensado com as minhas peças. Achei fantástico! Ou seja, criatividade aliada ao conhecimento do que me beneficia faz com que eu consiga ter facilidades na hora de me vestir!

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ultrassonografia no segundo trimestre de gravidez: o que precisa ser avaliado?



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Fonte: Flávio Siqueira
No segundo terço da gestação, o feto atinge um tamanho que permite avaliar sua anatomia de modo bastante detalhado. Assim, nesta fase se concentra muito a pesquisa de malformações fetais e marcadores ultrassonográficos de cromossomopatias, ou seja, doenças cromossômicas. Diversas alterações anatômicas ocorrem independente da existência de doenças cromossômicas ou genéticas, porém há malformações que são conseqüências de tais tipos de doenças. Desta forma, as alterações que, sabidamente, se associam a doenças cromossômicas são denominados de marcadores os quais se dividem em maiores e menores. Os chamados marcadores maiores são alterações que, estatisticamente, tem forte associação com determinada síndrome e, de um modo geral, costumam ser alterações graves. Contrariamente, os marcadores menores de cromossomopatias são alterações, frequentemente, discretas que possuem fraca associação com doenças cromossômicas. Uma dificuldade com a qual se depara é distinguir se os marcadores menores fazem parte de um quadro de uma doença sistêmica ou se são características normais do feto, as chamadas variações anatômicas. Como os alterações cromossômicos estão presentes em todas as células do corpo, todos os sistemas orgânicos podem estar de algum modo comprometido. Isto permite um raciocínio lógico que consiste na elevação da probabilidade de determinada alteração estar relacionada com uma cromossomopatia na medida em que haja concomitância de outras alterações, sejam menores ou maiores. Estatisticamente, quanto maior o numero de alterações presentes, maior a chance de haver uma doença cromossômica. Esta é a mesma lógica de um detetive, que à medida que encontra maior número de pistas, infere a cerca de determinada hipótese.

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Fonte: A gravidez
Mas como deve ser realizada esta pesquisa da formação fetal? O exame ultrassonográfico obstétrico morfológico realizado entre 20 e 24 semanas é a resposta. Alguns preferem nomear de exame morfogenético devido ao caráter da pesquisa de sinais de doenças de origem genética. Este é um exame que exige muita sistematização e paciência do examinador. O feto não faz “pose” para as fotografias ultrassonográficas, daí a importância de, muitas vezes, ser necessário esperar uma mudança da posição fetal para que se possa conseguir o plano anatômico adequado para avaliar inúmeras estruturas. O profissional que realiza o exame deve possuir aprofundado conhecimento da grande diversidade de doenças que acometem a gestação e os seus principais sinais que faz sugerir o diagnóstico. Porém, as alterações que podem atingir o feto são infinitas, o que impede a qualquer médico, por mais experiente e melhor formação que tenha, conhecer todos os diagnósticos possíveis. Por isso, não é nenhum demérito, e torna-se até importante, a necessidade de muitas vezes o ultrassonografista necessitar estudar melhor o caso e, também, discutir com colegas da área. Toda esta vastidão de possibilidades torna um aspecto bastante relevante: a capacidade do examinador em reconhecer a anatomia fetal normal. Examinar com muita atenção o feto em toda e qualquer gestação, permite desenvolver o conhecimento do que é normal e de suas principais variações. Uma vez que se identificam alterações deste padrão, parte-se para o raciocínio a fim de “encaixá-las” em um determinado diagnóstico. Como referido acima, quanto maior o número de alterações, maior a chance de estar associada uma cromossomopatia. Torna-se, então, muito importante definir se determinada alteração é isolada, o que geralmente tem menor associação com doença cromossômica, ou se há concomitância de outras alterações, elevando o risco. Um fator que se relaciona com esta conclusão é o tanto que o ultrassonografista se dedica ao exame. Um exame extremamente rápido reduz a possibilidade de se encontrar maior número de desvios da normalidade. Como cada alteração encontrada determina um certo grau de elevação de risco, alterações associadas produzem riscos multiplicados tornando a chance de cromossomopatias mais elevada. De modo inverso, exames bem executados e detalhados, demonstrando normalidade das estruturas anatômicas avaliadas, eleva a chance de redução de risco de doenças cromossômicas proporcionalmente, também, ao número de achados normais.

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Deve-se, então, adotar uma rotina de exame, numa sistemática que permita avaliar todo o feto, sem se esquecer de nenhuma estrutura. Não importa qual a sequência escolhida, como do pólo cefálico até os pés, mas, sim, possuir uma sistemática que reduza a chance de esquecer algum detalhe. Muito válido é possuir um check-list para se certificar que todo o feto foi devidamente avaliado.

Importante ressaltar que, apesar do segundo trimestre de gravidez ser um momento ideal para se avaliar a anatomia fetal, não são todas as estruturas anatômicas e nem todas as malformações que são melhor identificadas nesta fase da gravidez. Por, exemplo, alterações cardíacas, renais e cerebrais, podem ser identificadas no segundo trimestre, mas têm no terceiro trimestre, uma maior facilidade de identificação devido à maior evidência proporcionada pelo crescimento. As alterações intestinais são tipicamente identificadas no terceiro trimestre. Outras alterações podem surgir em fases mais tardias, como, por exemplo, as infecções e, por isso, determinar alterações também tardias. Já outras doenças exibem características intermitentes, como, por exemplo, a hérnia diafragmática, fazendo que ora haja presença de alças intestinais dentro do tórax exibindo peristaltismo, local este extremamente atípico, ora as alças “retornam” ao abdome impedindo ao ultrassonografista de fazer o diagnóstico desta grosseira malformação.

A figura 1 abaixo demonstra imagens de algumas partes do feto que compreendem o estudo morfológico.
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Imagens ultrassonográficas realizadas pela técnica via abdominal para estudo morfológico exibindo alguns planos de corte padrão: A) polo cefálico; B) lábios e nariz; C) face; D) perfil da face, E) coluna vertebral ; F) imagem das 4 câmaras cardíacas; G) abdome; H) mão e antebraço; I) membro inferior.


Sabe-se que o comprimento do colo uterino se associa com o risco de parto prematuro. Há uma relação inversamente proporcional de quanto menor o comprimento do colo uterino, maior o risco de parto prematuro no segundo trimestre de gravidez, identificação esta conseguida por ultrassonografia via transvaginal. Não há consenso de qual valor do comprimento uterino que seja o mais adequado para servir de referência para se adotar medidas preventivas do parto prematuro, como, por exemplo, uso de progesterona. Porém, o valor de referência mais aceito como elevação de risco de prematuridade é comprimento inferior ao 2,5 cm. Mais importante que o comprimento do colo uterino como preditor de prematuridade é uma história deste fenômeno em gestação anterior que, somada ao achado de colo curto, eleva ainda mais o risco. Não obstante, a cultura atual de nossa sociedade é ter poucos filhos, fazendo com que muitas mulheres não possuam uma história obstétrica que sirva de referência. Daí o crescente valor da mensuração do colo uterino, via ultrassom transvaginal, no segundo trimestre de gravidez. A figura 2 abaixo demonstra o aspecto ultrassonográfico de um colo uterino normal.

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Técnica transvaginal demonstrando imagem ultrassonográfica do colo uterino exibindo a medição de seu comprimento (pontilhados amarelos) 

A ultrassonografia é um método que apresenta limitações. Trata-se de uma ferramenta diagnóstica que não produz imagem real das estruturas estudadas, mas representativas de tais estruturas. Acrescido a isso, algumas doenças podem se iniciar, ou exibir sinais, em momentos cronológicos posteriores ao da realização do exame. Não se pode esquecer, ainda, da intermitência de achados ecográficos de algumas doenças que podem acometer o feto, dificultando o diagnóstico. Há fatores que independem da vontade do examinador e que, claramente, reduzem a qualidade da imagem, como a obesidade materna, pela interposição de espessas camadas da parede abdominal materna dificultando a penetração do som e a redução do volume do liquido amniótico (o liquido é um ótimo condutor do som, servindo, por isso, como meio de contraste natural que uma vez reduzido, piora a qualidade da imagem). Por tudo isso, a humildade é a palavra chave para o ultrassonografista, que precisa se dedicar muito ao exame, bem como com sua formação. E, de outro lado, a compreensão das pacientes quanto a tais limitações favorecem uma saudável relação médico-paciente.


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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ultrassonografia no primeiro trimestre de gravidez: qual a sua importância?


A ultrassonografia é um importante método de avaliação da gestação ao longo de todo o período gestacional. Cada trimestre tem os seus aspectos mais importantes que devem ser investigados. Abordaremos aqui questões relacionadas ao primeiro trimestre.

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A gravidez é um contínuo, um processo evolutivo. É como um filme, sendo que o ultrassom permite fotografar momentos que permitem inferir a respeito da saúde fetal.

Vivemos num mundo em que a velocidade da troca de informações é muito elevada, havendo uma demanda da sociedade em tomar conhecimento, o mais rápido possível, de tudo que possa estar ocorrendo. Haja vista o sucesso que a telefonia móvel obtém desde o seu surgimento. Como estamos situados neste contexto, existe igual demanda por precoce informação a respeito da saúde da criança que chegará. Isto é, em certo grau, propiciado pela ultrassonografia, mais notadamente expresso já no primeiro trimestre de gravidez, quando inúmeros questionamentos já são formulados.

A principal pergunta a ser respondida em qualquer decisão que se seja necessária tomar é: qual a idade gestacional? Calcula-se a idade gestacional, principalmente, baseando-se tanto pela data do início do último período menstrual quanto pelas medidas fetais durante a ultrassonografia. Comprovadamente este último método é o mais confiável. Sabe-se que na fase inicial da gravidez, o embrião exibe crescimento corporal numa velocidade muito grande, chegando a cerca de 1 mm por dia. Já no último trimestre, estrutura como o fêmur que é importante parâmetro da determinação da idade gestacional, cresce cerca de 1 mm por semana. Além disso, no primeiro trimestre os embriões e fetos apresentam grande semelhança de tamanho, ao passo que no último trimestre de gravidez o feto pode exibir características familiares, tornando-se maior ou menor que a média para a idade gestacional. É aceitável uma discordância nas mensurações entre dois ultrassonografistas experientes de cerca de 1mm. Como o cálculo da idade gestacional é baseado no tamanho do embrião e de estruturas fetais, sabe-se que um erro de 1 mm na fase inicial significa um dia de discordância, o que é desprezível. Já na fase final, 1 mm pode significar um erro de uma semana, o que é inadequado. Aliado a isto, no terceiro trimestre, o maior ou menor tamanho pode não significar idade gestacional mais avançada ou mais nova, caso o feto exiba crescimento relacionado com a composição genética familiar ou, até mesmo, problemas relacionados a crescimento. Assim, é muito importante que em toda gravidez seja realizado uma ultrassonografia no primeiro trimestre de evolução para que se tenha certeza da idade gestacional. Isto baseará todas as futuras decisões na gravidez. Deve ser ressaltado que uma vez determinada a idade gestacional, ela não se modifica por exames posteriores discordantes. Se ultrassonografias posteriores concluírem uma idade gestacional maior que o esperado em relação ao primeiro exame realizado no primeiro trimestre de gravidez, significa, simplesmente, que o feto cresceu acima da média. O mesmo raciocínio é realizado para o crescimento menor que o esperado nos exames seriados.

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Durante o primeiro trimestre de gravidez se dá, praticamente, toda a formação do fetal. A partir daí, ocorre o crescimento dos órgãos e a obtenção da maturidade que permitirá um adequando funcionamento após o nascimento. Assim, nesta fase da gestação, pode-se avaliar a anatomia fetal, compreendendo que é um estudo bem mais limitado do que se consegue no segundo trimestre de gravidez. Isto porque as estruturas são pequenas, além de se apresentar em estágios evolutivos bem precoces, sendo que se modificarão ao longo da gravidez. O chamado estudo morfológico do primeiro trimestre permite identificar diversas malformações, geralmente aquelas que exibem um caráter mais grosseiro. Nesta época, é passível de se realizar uma análise da formação dos principais sistemas orgânicos.

Dentre a avaliação anatômica do primeiro trimestre, a mensuração da translucência nucal (TN), possui relevante valor. Como demonstrado na figura abaixo, a TN é a presença de uma certa quantidade de líquido que os fetos possuem, entre a pele o tecido adiposo que recobre a coluna. Esta coleção líquida deve ser medida entre 11 e 13 semanas e 6 dias de idade gestacional e regride após 14 semanas de gravidez. O correto é medi-la quando o feto apresentar uma medida do comprimento cabeça-nádegas entre 45 e 84 mm. O valor de normalidade da TN varia de acordo com a idade gestacional, por isso deve ser evitado considerar valor fixo de referência para definir quanto à normalidade ou não do tamanho desta estrutura. Existem tabelas contemplando os valores de normalidade em relação à idade gestacional, bem como softwares, que podem ser utilizados no referenciamento do tamanho da TN. Deve ficar bem entendido que uma TN aumentada não significa diagnóstico de malformação nem de síndromes. Uma medida elevada significa risco aumentado de tais situações, mas jamais diagnóstico de certeza. A medida de TN é um método de rastreamento, jamais pode ser considerado um método diagnóstico. Sabe-se que diversas doenças cursam com o aumento da espessura da TN, mais notadamente a síndrome de Down e doenças cardíacas. Daí, o risco dessas inúmeras doenças elevarem diante de tal achado.

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Vale a pena um esclarecimento quanto ao conceito de elevação de risco. Quando se diz que um risco para, por exemplo, a presença de síndrome de Down elevou diante de uma medida da TN elevada para a idade gestacional, não significa que há maior chance da criança possuir síndrome de Down, ao invés de nascer saudável. O risco de uma síndrome de Down se eleva com o avançar da idade materna, independente se é primeira gestação ou não. Hipoteticamente, podemos dizer que o risco de síndrome de Down para uma grávida de 30 anos de idade seja de 1/600 nascimentos vivos ao passo que tal risco seja de 1/60 para uma grávida com 40 anos de idade. Pode-se notar que o risco elevou em 10X de 30 para 40 anos de idade, mas a chance da criança da gestante de 40 anos de possuir síndrome de Down é de 1,7% ao passo que de não possuir é de 98,3%.
Dentro do contexto de obtenção de informação em menor tempo possível, surge a ansiedade do casal e sua família quanto a saber qual o sexo da criança já no primeiro trimestre de gravidez. Nesta fase da gestação, durante o período em que se faz a mensuração da TN, já é possível observar a genitália, porém isto não significa que seja possível determinar o sexo. Isto porque, nesta fase da gestação, ambos os sexos possuem a estrutura chamada de tubérculo genital e que é idêntica entre as meninas e os meninos. A única diferença que pode estar presente encontra-se no ângulo entre o tubérculo genital e a pele dorsal lombo-sacra. Como na figura abaixo, os meninos tendem a possuir um ângulo maior que 30° enquanto que as meninas tendem a exibir um ângulo menor que 30°. Este é o motivo pelo qual não se pode determinar com certeza o sexo nesta fase da gravidez. Os trabalhos científicos calculam que este método de determinação tem um percentual de acerto médio de cerca de 85%. Este percentual varia de acordo com a idade gestacional, sendo menor em torno de 11 semanas e se elevando gradualmente até 14 semanas. Esta precaução de não afirmar o sexo nesta fase da gravidez é simplesmente para aguardar o natural processo evolutivo, que, muitas vezes, por ansiedade, almeja-se conhecer o que ainda está sendo formado. A partir de 16 semanas de idade gestacional, obtém-se grande sucesso na determinação do sexo fetal, cientes de que, quanto mais evoluída a gestação, mais confiável é este diagnóstico.


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sexta-feira, 12 de maio de 2017

O vestido de R$ 12.690,00



Estava em São Paulo no ano passado no Seminário Pais e Filhos e eis que começaram os sorteios após o evento. Sortearam kits da Pompom, robôs que limpam a casa, produtos da Tip Top, kit da Pucket ... e um vestido Arthur Caliman. Chamou um, chamou outro, e nada. Muitas pessoas já haviam ido embora nessa hora. E eis que chamam Heloisa Azevedo Drumond!!! Dei aquele famoso grito escalafobético! hahahahaha! Euuuuuu!!!!!!

Me entregaram uma caixa gigantesca com um papel dentro e falaram para ir até uma loja para realizar a troca do vestido! Na minha humildade mineira nunca havia escutado falar dessa grife. Dei uma pesquisadas no Instagram e gostei dos vestidos! Pensei: me dei bem!!!!

Me dei super bem! Cheguei no dia seguinte em uma loja imensa e fiquei deslumbrada com tantos vestidos lindos! E a atendente me disse "Parabéns!!! Você pode escolher qualquer vestido!". Eu fiquei meio estática olhando para cara dela refletindo o que ela havia dito. hahaha! 

Dizem que o vestido é que escolhe a gente né? Exatamente, lá estava ele todo floral, rosa e lilás, com bordados delicados, olhando para mim. Amei! Dei umas voltas e cheguei nele de novo! Hahahahaha. "Moça quero experimentar esse!" E ela me trouxe a única peça dele, número 42. Vesti e adivinha? Não fechou né? Experimentei tantos outros depois disso e não me sentia tão linda como com aquele. Experimentei novamente o preferido e coloquei uma meta para mim: entrar nele! Nesta época já estava fazendo reeducação alimentar e exercícios (leia mais). "Vou levar o de princesa!"

A mulher me entregou um termo de entrega do vestido, me deu as recomendações de uso e a etiqueta dele que quase me fez cair para trás. Ele custava R$ 12.690,00. Saí da loja parecendo que estava carregando uma mala de dinheiro gente. Vocês não fazem ideia da minha tensão andando em SP. Tava escrito na minha testa: "estou carregando um vestido que vale mais que tudo o que levei para viagem + a passagem + a estadia + um monte de coisas" kkkkkkkkkkkkkkkk. Aliás, estava escrito na sacola gigantesca, "ostentácion": Arthur Caliman. Estou aqui rindo, mas de verdade, fiquei tensa.  Peguei um Uber até o hotel para buscar as minhas malas e ele ficou me esperando do lado de fora pois já tinha que ir até o aeroporto. Sai do carro com a sacola gigante e voltei com ela, toda desajeitada, quase deixando tudo cair. A sacola ocupava mais que a metade do banco de trás. O motorista ficou rindo muito da minha pessoa.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Dicas de moda e estilo para gestantes



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A gravidez é um estado mágico, um tempo em que acontecem profundas transformações, em especial no corpo e na alma. Passados os primeiros quatro meses, ficamos mais fortes, mais poderosas, mais generosas e lindas. O cabelo cresce, os olhos brilham, o corpo vai ganhando contorno e acomodando o ser maravilhoso, que mudará nossa existência.


A mulher deseja mostrar, com orgulho, a sua capacidade de gerar vida, e não só mostrar, mas ficar e permanecer radiante, o centro das atenções. Essa condição requer alguns cuidados especiais como: acompanhamento médico, boa alimentação, muita água, hidratação da pele, atenção com o cabelo e zelo com tudo que veste.

Vestimenta adequada e apresentação pessoal são passos que a mulher moderna tem investido cada vez mais. Na Serafinna Consultoria de imagem e estilo ouvimos várias perguntas, e uma frequente é: Como deve ser a roupa da mulher em gestação?

Devem ser peças de tecido leve, agradável ao toque e aos olhos. Conforto e elegância são palavras de ordem. Evite peças que apertam, que geram calor e irritação. Prefira se agasalhar com roupas soltas, mas que não venham gerar mais volume, tipo franzidos, babados e pregas em excesso, laços, mangas e golas grandes. Enfeites que sobressaem na roupa, normalmente são dispensáveis nesse momento. Os decotes que valorizam o colo são sensuais e bem-vindos, ainda mais nessa situação em que os seios ficam estupendos.

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Não tenha medo de ousar, só não vulgarize. Bermudas, mini saias, mini vestidos, tudo pode, só não perca de vista o comprimento das peças, tudo sobe quando barriga e bumbum crescem.

Tenho visto muitas mulheres com vestuário muito justo, muito escuro. Sem problemas, porém isso tudo pode ser usado em outras épocas. Pense no carinho, no afeto, na ternura, no bem estar, no aconchego, e sentirá a necessidade de trazer esses sentimentos para seu corpo, para o externo. 



Cuide-se! Bons banhos, boas caminhadas, bons alimentos, massagens gostosas, maquiagem básica, perfumes leves e roupas afetuosas, por último, muito amor no coração.

Imagens: Pixabay



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Antes e Depois: Perdendo muitos quilos!


Vamos começar o ano falando de coisa boa? Justamente hoje parece ser o dia oficial do início das mudanças no mundo: segunda-feira, primeiro dia útil do ano, do mês, primeiro mês do ano... dia oportuno para falar sobre emagrecimento, não é mesmo?!

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sábado, 17 de dezembro de 2016

Adeus gordurinha !!! -16kg após a gravidez

Olá meninas! 

Hoje vim contar neste post, a minha história com a bendita balança! A gravidez veio, além de muitas alegrias, que já contei aqui, me trouxe 11kg e sinceramente eu desencanei, curti minha gravidez e pensar em perder peso era um plano "mais para frente". Eu não sabia o que iria fazer com um bebê (marinheira de primeira viagem), imagina se eu saberia o que fazer com esses lindos quilinhos! Hahaha! SÓ QUE o "mais pra frente" chegou e eu precisava dar um jeito nisso, dentro da minha louca rotina!

Primeiramente, durante a amamentação (amamentei por três meses) eu perdi praticamente os 11kg, cheguei a pesar 71kg no final da gestação, na consulta de egresso, fui de calça jeans me achando (só Deus sabe o quanto rezei para acabar logo a consulta! Vai boba!) com 15 dias eu já vestia minhas calças sem cinta, com 60 dias já tinha voltado ao peso inicial. Tivemos problemas com a amamentação, introduzimos a fórmula e o Ben não quis mais o peito, resumindo: parei de amamentar engordei quase 4kg mais rápido que o Bolt em corrida de 100 metros rasos! E quando engravidei, estava longe da minha melhor forma, já tinha perdido uns quilinhos, mas 60 kg para mim, ainda era muito. (Vamos concordar que tudo é ponto de vista, opinião pessoal de cada um, que gorda, gordinha, fofinha, magra, magrela, tripa seca é um ponto de vista! Importante é cada um ser feliz do jeito que é e quer e não interessa a opinião de ninguém! Combinado?)

Com quase 64kg, eu comecei um "estilo de comer" conhecido como " dieta paleolítica, dieta primal, paleo" que há tempos queria experimentar, já tinha visto ótimos resultados em três primos meus (Lili, Rafa e Quel.) perderam muito peso e estavam conseguindo manter, o Rafa chegou a perder 18 kg, teve uns probleminhas de saúde e fez a melhor escolha por ele mesmo: largou o copo de cerveja, melhorou sua alimentação, calçou o tênis e foi correr! Com essa inspiração eu precisava tomar uma atitude. Li muito, pesquisei muito, achei esse blog aqui que me ajudou muito. Animei, chamei o marido para embarcarmos juntos. Fizemos 30 dias e cada um perdeu mais que 6kg, cortando industrializados, massas, farinha, óleos vegetais, carboidratos pobres, refrigerantes, sucos de caixinha, bebidas alcoólicas, ou seja, passamos a frequentar muito mais o sacolão e o açougue do que o supermercado, isso é SAÚDE, acima de tudo! Fora a economia, é aterrorizante o quanto a gente gasta com coisas que nos fazem mal. Nossa alimentação era basicamente, carnes, peixes, frango, ovos, legumes ( nada que crescia debaixo da terra), verduras, queijos amarelos e algumas frutas. Tudo era preparado na manteiga e na banha animal. Preciso falar  para vocês que eu emagreci comendo BACON! Isso mesmo! A gordura animal virou nossa amiga e hoje ela frequenta nossa mesa sem nenhum preconceito ou medo.

Foi um sucesso! Só que decidi fazer algo para me superar, chegar a uma meta que não tinha alcançado antes, queria mais! Queria mais 30 dias na linha, sem escapadas! Sinceramente, não são 30 dias fáceis, a primeira semana é terrível, mas vale a pena pelo bem estar conquistado. Chamei as amigas, uma é minha nutri da vida, que mora no meu coração, garota fitness, linda e maravilhosa, Milla Gandra! Que sempre tentou me colocar na linha enquanto eu buscava feijoada toda sexta feira! Hahaha! E a outra, minha irmã de alma e parceira, linda e maravilhosa e mamãe sortuda, Thaísa! Que já estava numa pegada fitness. Elas toparam de imediato e criamos o desafio #30diasparaocropped no Instagram. O intuito era motivar as pessoas a mudarem seus hábito,s alimentares e inserir atividades físicas diárias, cada qual no seu objetivo. Eu me senti tão bem com essa nova forma de pensar em alimentação, que queria isso para todo mundo, não queria só para mim. Mas precisava de um incentivo maior para alcançar minhas metas, era desafiador usar um cropped (aquelas blusinhas curtinhas) depois de uma gestação, não é não?

E lá se foram outros 30 dias, esses mais difíceis para perder o peso que faltava, queria somar 10kg perdidos do peso inicial da dieta, o organismo já estava acostumado a nova alimentação, inseri exercícios fáceis dentro da minha rotina, correr, pular corda, polichinelo, treinos intervalados em casa e na rua. E deu super certo! Estou chegando agora na minha meta final e estou feliz da vida por conseguir me superar! Estou chegando aos 54kg, com um pique que eu não tinha há muito tempo! Perdi quase meu guarda roupa inteiro! Poucas coisas me servem, para falar a verdade, nem achava que voltaria a esse peso um dia, já tinha passado as peças apertadas todas para frente!

Se eu consegui, uma chocólatra, doida com porcarias, que ama cozinhar, pensa em comida o tempo inteiro, que trabalha fora, com filho de oito meses, marido e casa para cuidar, vocês também conseguem! Só precisa ser maior do que aquele tanto de desculpa que a gente inventa para não sair da nossa zona de conforto.

Dizer que serei 100% paleo, vai ser pura mentira, mas que dá pra ser uns 70%, dá sim, nós estamos super adaptados lá em casa, acho difícil voltar aos velhos hábitos, porque agora a consciência pesa!

low carb

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Corrida para iniciantes: Eu nunca vou conseguir correr!

Eu achava que existia um grupo de pessoas que nunca conseguiria correr e para completar, eu estava nele! Por quê? Bom, eu não operei minha adenoide quando criança, fiz um tratamento homeopático e a hipertrofia deu uma diminuída, mas minha respiração não é lá grandes coisas. Fora isso, minha perna é torta, não é levemente torta não, é bem torta! Tenho joelho valgo que  é um tipo de desvio mais comum em mulheres, conhecido como joelho em X. Esse problema restringe a prática de atividades físicas de forte impacto, por aumentar o risco de lesões. Para você ler mais sobre joelho valgo acesse aqui.

Corrida para iniciantes: eu nunca vou conseguir correr!
Corrida da Infantaria

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Inspire-se: Look Festa Junina

Tem canjica, tem quentão
Tem bandeira, tem balão
Tem amor e tem fogueira
Dentro do meu coração

Junho!!!

O mês das festas juninas, das quadrilhas, dos caldos, das canjicas, dos doces, do friozinho que anuncia o início do inverno.

Quem não tem uma lembrança boa desta época? Lembrança de observar os estalos de uma fogueira? De pescar um peixe vivo na barraca de pescaria? De fazer bigode ou pintinhas no rosto com lápis para olhos? Quem nunca?

Junho é lindo! É tempo de promover cultura, folclore e amor. Amor! Claro! É mês de santo casamenteiro. Mês de dançar forró, xote... 

É um mês cheio de sabores, músicas, danças, cores e vontade de ficar pertinho das pessoas no friozinho. 

Vamos comemorar como reza a tradição... Com quadrilha! Vai ter quadrilha, sim senhor!

E convidamos tod@s para irem no melhor estilo de festa junina. Já sei! Vai dizer que arrumar as crianças é fácil. Hummm! Queremos ver os "adultos juninos" também. 

Não precisa de fantasia. Basta inventar um pouquinho com o que tem no armário. 

Trouxe umas inspirações...


Pinterest

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Maquiagem para o Carnaval

O carnaval está chegando!!!

"O carnaval taí e a minha turma já tá toda reunida. O bloco agora sai distribuindo amor e muita alegria. Na nossa troça vai: vampiro, índio, super-homem, bailarina. Vamos simbora agora o carnaval só fica aqui por quatro dias."


Aqui em BH os blocos de rua vão tomar a cidade no carnaval. Para começar... No próximo sábado (30/01) acontece nosso "Bloco Sortudos com Farinha" (clique aqui para saber mais).

Quando nós lembramos de carnaval, logo pensamos em que fantasia usar. Conheço muita gente que diz morrer na preguiça de ter que fazer uma fantasia e não compra porque os preços costumam ser salgados (isso é bem verdade!). Muitas pessoas acabam desistindo de ir em um bloquinho porque não vai estar "caracterizado". Se você disse "isso mesmo", segue um bom conselho... Não fique da janela vendo a banda passar por não gostar de adereços. Aproveite a festa mesmo assim. Nosso bloquinho está de portas abertas para todo mundo e se quiser trazer uma blusinha, vamos customizar abadás na hora. 

Se você é do estilo que ama uma bagunça com os amigos, uma festinha com a família e que adora uma produção... Hoje eu estava passeando por umas lojinhas e encontrei umas pedrinhas (strass) que colam em qualquer lugar (pelo menos é o que estava escrito na embalagem). Fiquei pensando se não seriam uma boa opção para uma make de carnaval. Na dúvida acabei não comprando. Quando cheguei em casa que procurei por maquiagens de carnaval... Tchantchanranram! Maquiagens com pedrinhas! Decidi que precisava compartilhar com outras mamães que, como eu, preocupam com a fantasia dos filhos, com a diversão deles, com os bailinhos onde levar e acabam esquecendo de pensar em uma boa produção para aproveitar a folia também. Vamos lá fazer uma make carnavalesca?!

Instagram Décimo Andar