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terça-feira, 8 de agosto de 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

#DicaNetflix: Las Chicas del Cable

Sou da época (não que eu tenha muitas décadas de vida) que para assistir um filme legal, novo ou diferente daqueles que passavam na televisão, precisávamos ir à locadora, fazer um cadastro, escolher entre as muitas estantes uma fita de vídeo cassete. 

Era a sensação mais frustante quando alguém chagava antes e alugava a fita que a gente queria, mas fazíamos uma reserva e esperávamos N dias para voltar à locadora e abraçar nosso VHS. 

Eu adorava ir com meu pai. Corria para os corredores de filmes infantis e meus olhos até brilhavam. Era um dos meus melhores passeios! Que saudade! 

Depois vieram os DVDs e depois outros recursos tecnológicos que fizeram nossas queridas locadoras desaparecerem.  

Até que descobrimos um dos maiores serviços de streaming de vídeos no mundo, da nossa querida provedora global de filmes e séries de televisão: NETFLIX!

terça-feira, 16 de maio de 2017

Mãe Solteira? Você quis Dizer Mãe Solo!

Quem não acha linda uma família de papai, mamãe e filhinhos? Até descobrir que por trás desse padrão existem N problemas e pessoas que precisam "manter a aparência" para não virarem motivo de escândalo entre familiares, vizinhos, sociedade! 

Existem famílias "tradicionais" que são lindas! É verdade! Mas existem famílias que fogem desse padrão e que são lindas também. Não é porque a família segue uma outra "configuração" que ela é infeliz. Temos que admitir! Seguir o padrão tradicionalmente aceito não significa, necessariamente, ter/ser uma família feliz ou que não tem lá seus graves problemas. 

Família é uma dupla, um trio, um quarteto, um grupinho que tem grau de parentesco e/ou são ligados por laços afetivos. Então, no quadradinho chamado lar, cabem inúmeras formas de amor que podem ter ligações muito mais fortes do que as tradicionais. 

Hoje vou falar sobre a família de "mãe solo". O que é? Vou explicar!

Mãe Solo - Thaiz Leão

quarta-feira, 8 de março de 2017

Mulher e Mãe (e outras coisas mais)


Dia Internacional da Mulher: 08 de março... É preciso um dia para a mulher? 

O dia 08 de março foi consagrado após diversas lutas e reivindicações das mulheres, por melhores condições de trabalho, por igualdade de direitos trabalhistas, por direitos sociais, por direitos políticos e por uma série de outras questões que se estendem até os dias de hoje. Lutas e reivindicações que fortificaram na segunda metade do século XIX. Não ouso dizer que iniciaram nesta época, porque eu duvido que desde que o mundo é mundo não tenha existido uma mulher que lutou (e pode ser que tenha sido jogada na fogueira por isso) para ter direitos básicos. 

E os movimentos, comumente, foram reprimidos por violência. Ainda hoje são! Em vários lugares do mundo, onde nem mesmo é consensual o direito da luta feminina. Mesmo onde é, a repressão transita por uma diversidade de formas. 

É tudo controlado! 

A roupa, o modo de sentar, a profissão, os hábitos de consumo, o corpo... Para não falar do assédio, da agressão verbal e física, das "brincadeiras" machistas.

Se ser mãe muda? Costumo achar que piora.

Ser mãe nesta sociedade significa que você é estranha por aproveitar a vida de qualquer forma que não seja com a maternidade. Que você não pode gostar de carnaval. Que é melhor você andar de burca. Que você é problemática por não ter um relacionamento amoroso bem sucedido. Se for viúva: matou o marido. Se for divorciada: ele não aguentou a chatice. Se for solteira: ixi! Nunca mais vai se relacionar com ninguém. Se você trabalha fora: prefere a vida profissional do que os filhos, terceiriza a maternidade. Se você não trabalha, é empreendedora, trabalha em casa, tem "mais tempo perto da família": é rica! É a do lar, que o marido banca. Se você estuda: como consegue?! Como se mãe não tivesse o direito de estudar. Ser mãe de estado civil solteira, que trabalha fora e estuda... Definição social de "olhe com reprovação".

Já somos julgadas o tempo todo. Não precisamos de mais críticas. 

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