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segunda-feira, 12 de junho de 2017

#DicaNetflix: Las Chicas del Cable

Sou da época (não que eu tenha muitas décadas de vida) que para assistir um filme legal, novo ou diferente daqueles que passavam na televisão, precisávamos ir à locadora, fazer um cadastro, escolher entre as muitas estantes uma fita de vídeo cassete. 

Era a sensação mais frustante quando alguém chagava antes e alugava a fita que a gente queria, mas fazíamos uma reserva e esperávamos N dias para voltar à locadora e abraçar nosso VHS. 

Eu adorava ir com meu pai. Corria para os corredores de filmes infantis e meus olhos até brilhavam. Era um dos meus melhores passeios! Que saudade! 

Depois vieram os DVDs e depois outros recursos tecnológicos que fizeram nossas queridas locadoras desaparecerem.  

Até que descobrimos um dos maiores serviços de streaming de vídeos no mundo, da nossa querida provedora global de filmes e séries de televisão: NETFLIX!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Apoie este projeto: Manual da Boa Mãe


Queremos te convidar a participar de um projeto muito lindo!

Em Fevereiro de 2016, Michelle deixou um pouco órfãs as mães do Padecendo no Paraíso, que são nossas parceiras de caminhada. Vítima de um câncer no estômago, faleceu no dia 16, depois se ser submetida a uma cirurgia para tentar controlar a doença.

Um ano após a morte de Michelle, as coordenadoras do grupo, a arquiteta Bebel Soares e a designer Tetê Carneiro, resolveram reunir os melhores textos dela num livro. A obra será produzida em parceria com a editora scrittore, que também edita a Canguru, com recursos de financiamento coletivo.

Manual da Boa Mãe, Padecendo no Paraíso, Catarse, Financiamento coletivo, Michelle Lapouble

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Volta às Aulas e "O Que Vou Ser Quando Crescer"

O que eu vou ser?
Quando eu crescer?
Cantora ou doutora
Advogada ou professora
Ah! Posso ser...
Posso ser cientista, engenheira ou jornalista.
[...]
O que eu vou ser?
Quando eu crescer?
Bombeiro ou esportista
Arquiteto ou economista...



Fevereiro está chegando! É hora das crianças retornarem para a escola.

O que foi aprendido durante esse período de viagens, passeios, festas, atividades e momentos em família? Uma coisa é certa: nossas crianças cresceram (em todos os sentidos) um pouquinho mais.

Quando percebemos que mais um ano letivo vai começar e que nossas crianças vão aprender muitas coisas novas, passar por novos desafios da alfabetização, já ficamos com o coração apertado, pensando se, mais uma vez, vamos dar conta. 

Porque é bem verdade que acompanhar os filhos na escola é como formar pela segunda vez. Reaprendemos o que ficou na nossa infância e absorvemos novos saberes. Claro! O conhecimento está sempre em transformação. 

Meu filho ainda não faz provas na escola, mas vejo algumas amigas e amigos que têm filhos maiores estudado dia e noite ao lado deles para os exames da escola. 

É preciso reorganizar a vida (horários e rotina) para acompanhar os filhos na escola. É um desafio constante! As angústias deles são as nossas. As conquistas deles são as nossas. Até que chega o momento de discutir sobre a profissão. 

É inevitável! Atire a primeira pedra a mãe e o pai que quando seu bebezinho veio ao mundo não pensou de cara "o que será que meu filho vai ser quando crescer?". 


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A importância da educação financeira na infância


Em um ano no qual a economia brasileira enfrenta grandes desafios e o recomendado é controlar gastos, seja economizando o salário ou buscando novas fontes de renda, como ensinar às crianças o real valor do dinheiro? Neste cenário de oscilações do mercado, a família toda deve ser conscientizada sobre a situação financeira do lar.

educação financeira, colégio pitágoras

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Diário da Mãe da Alice


Após a campanha de financiamento coletivo do livro Tony e Nina, começamos uma nova caminhada apoiando um projeto muito lindo, que se chama o “Diário da Mãe da Alice”. Será um livro que contará história de Mariana Rosa e sua filha Alice, que tem paralisia cerebral e Síndrome de West.

Quando nasce um bebê, também nasce uma mãe e um pai. Diversas expectativas e planos povoam os pensamentos dos novos pais. Mas, e quando algo sai do controle? É preciso mudar e traçar novos planos. Esse é o caso da jornalista e escritora Mariana Rosa, mãe da pequena Alice, de 3 anos, que nasceu com 29 semanas de gestação e passou os primeiros 145 dias de vida em uma UTI Neonatal. Das mais diversas situações vivenciadas com Alice, Mariana decidiu contar suas experiências no livro “Diário da Mãe da Alice”. Com objetivo de fomentar o debate sobre as questões relacionadas à maternidade atípica e à valorização da diversidade, uma campanha de financiamento coletivo foi criada na plataforma Catarse para arrecadar fundos para a publicação do livro, com lançamento previsto para dezembro. 

Em razão desse “nascimento prematuro”, Alice desenvolveu paralisia cerebral e Síndrome de West, que pode ser explicada como uma epilepsia de difícil controle. Incerteza, insegurança e medo foram sentimentos comuns a Mariana durante o período que Alice ficou internada no hospital. E essas experiências se transformaram no blog Diário da Mãe da Alice, criado em 2014, que reúne os relatos cotidianos e os aprendizados entre mãe e filha.

A interação entre Mariana e outras famílias logo extrapolou as barreiras do ambiente digital e serviu de alento e apoio para troca de informações. “O intuito do blog não é expor a rotina da Alice, mas sim mostrar as situações que vivemos e que podem ser compartilhadas com outras famílias”, diz Mariana.

Com a publicação do livro, Mariana espera que as crianças e suas famílias possam unir forças na busca por uma vida de qualidade e repleta de significados. Além de livros, os colaboradores da campanha terão direito a recompensas que incluem desde marcador e camiseta até inscrição para participar de um café da manhã com a pediatra Filomena Camilo do Vale, a Dra. Filó, em dezembro. Referência por seu trabalho como médica e também como evangelizadora, Dra. Filó fará um bate-papo com Mariana Rosa e outras 150 mães, em um dos eventos de lançamento do livro.

Empresas também podem contribuir com a campanha e patrocinar as mães sem recursos financeiros, com a doação de livros e inscrições no bate-papo com Mariana Rosa e Dra. Filó. Há diferentes categorias de contribuição, com valores de doação a partir de R$ 35,00. As arrecadações podem ser feitas até o dia 20 de novembro.

MAIS INFORMAÇÕES:
Blog ‘Diário da Mãe da Alice’
http://diariodamaedaalice.wordpress.com
Como ajudar no financiamento coletivo do livro: https://www.catarse.me/diariodamaedaalice

Diário Mãe da Alice - Financiamento Coletivo

Contamos com vocês!


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Os Meus, Os Seus, Os Nossos Livros

Sabe aquele tipo de gente que lembra de coisas de quando tinha uns 4-5 anos? Prazer! Eu! Lembro de tantos acontecimentos de quando eu era bem novinha. Lembro com muitos detalhes inclusive. 

Uma das lembranças mais lindas que tenho é de que eu adorava estudar. Sempre fui muito estudiosa e devo uma parte disso a uma tia querida. Por quê? Eu estava no pré e faltava pouco para ler. Nunca fui do tipo de garotinha que esperava as ordens dos pais ou a presença deles para fazer os deveres de casa e estudar. Eu queria aprender a ler e ponto, mas eu não tinha muitos livros em casa. Lembro de uma estante na sala com livros "adultos" em suas prateleiras mais longínquas e eu com inúmeros planos de como pegá-los. 

Um dia uma tia passou a me dar muitos livros. Para mim e minha irmã (03 anos mais velha). Decidi que eu faria a leitura de todos. Eu ainda não sabia ler, mas foi por pouco tempo. Não lembro exatamente quando foi, só sei que era bem pequenina ainda. Um dia descobri que sabia ler. Aproximei dos meus familiares e contei sobre a conquista. Lembro de alguém dizer que eu era muito nova para saber ler e que, simplesmente, eu não sabia. A parte que segue eu lembro como se fosse hoje: corri para o quintal, onde tinha um banco de cimento, subi o mais alto que pude e nas minhas mãos estava um livro, em uma página cinza com um texto de umas 4 linhas sobre uma tal vaca Mumu. Ao fechar os olhos consigo lembrar da ilustração da página. Ali, comecei a ler em voz alta o textinho e logo todos descobriram que eu, realmente, sabia ler.

O tempo que seguiu depois dessa descoberta foi de leituras sem fim. Apaixonei pelas palavras, pelas histórias, pela leitura e pela escrita. Comecei a ler todos os livros que tinha em casa. Como eu era uma faminta por leitura, logo comecei a ler os livros da minha irmã mais velha e, quando eu já alcançava os livros das prateleiras mais altas, os livros dos meus pais. 

Como eu lia! Até hoje, na verdade. Sou do tipo de gente que lê tudo. Tudo mesmo! Embalagens, placas, bulas, instruções de uso, cartazes, frases nos muros... Todas as palavras que estão ao alcance dos meus olhos. É quase um vício de leitura. Isso foi tão importante para a minha vida. Todo o meu sucesso acadêmico e profissional eu devo ao mundo da leitura, que fez daquela garotinha uma pessoa mais crítica. 

Voltemos ao passado! Comecei a ler livros grandes desde muito pequena. Não que eu entendesse tudo que estava escrito entre as linhas, mas sempre fui apaixonada por dicionário também. Era meu livro de cabeceira (só até a 7ª série, quando apaixonei por uma gramática de Ernani Terra que guardo até hoje). Os primeiros livros de muitas páginas que li foram O Mágico de Oz, A Terra dos Meninos Pelados, A Madona das Sete Colinas (lia escondido porque era um daqueles que ficavam nas prateleiras altas da estante, lê-se: livro dos meus pais). Li Sonho de uma Noite de Verão (William Shakespeare) antes dos 10 anos e era perdidamente apaixonada pelos livros de Dostoiévski quando tinha 12-13 anos. Aos 14 já tinha lido Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa) e Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis). 

Fui uma adolescente apaixonada pelos livros e claro que tive meus cadernos de textos e poesias. Primeiro vestibular da minha vida: Letras! Fiz alguns períodos, mas decidi mudar de curso, não que eu amasse menos o universo das letras, mas porque descobri que é um hobby e não minha vocação.

Disso tudo eu só sei de uma coisa: sem toda essa relação com os livros eu jamais seria quem sou. 

Umas das primeiras preocupações da minha lista de "ser mãe" não seria outra a não ser incentivar a leitura na vida do meu filho. A vida inteira eu pensei nisso. Sabe o que fiz? Guardei muitos dos livros que ganhei da minha tia para dar aos meus filhos. Muitos livros da minha infância agora ocupam as prateleiras (alcançáveis) do quarto do meu filho. 


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Dia dos professores com dica de professor

Oi pessoal!
O mês de outubro chegou e, com ele, chegou uma dupla comemoração para mim: meu aniversário, no dia 9, e o dia do professor, no dia 15. Parabéns pra mim!!!
Pensando no dia do professor, lembrei-me de um assunto que já queria tratar aqui há algum tempo: leitura. Para mim, que estou formando no fim do ano no curso de letras, nada melhor do que comemorar escrevendo um texto sobre um tema de que tanto gosto!


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Coleção de livros Banco Itaú 2015


"A parte mais encantada de toda história é a transformação que acontece com a criança" - Esse é o lema da campanha social do Banco Itaú! Não sei se vocês sabem mas o Banco Itaú distribui gratuitamente livros infantis em edições anuais.
Há alguns anos faço a solicitação dos livros para minha sobrinha e pela segunda vez farei para minha filhotinha. Ela ainda é pequenininha demais, mas não há idade para leitura. Quanto antes melhor!

Na edição deste ano serão distribuídos os livros "Dorme, menino dorme" e "Tatu Balão".

Dorme, menino, dorme
De Laura Herrera

Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos.

Tatu-balão
De Sônia Barros

Conheça a história deste tatu-bola que tinha um sonho na cachola: não ser bola, ser balão.


Sabemos o quanto é importante ler livros com/para nossos filhos e o impacto que isso gera em termos de criatividade, interesse pela leitura e comunicação.

Para pedir gratuitamente os livros acesse e preencha a ficha de cadastro: Aqui


Ah! Detalhe importante: não é preciso ser correntista para poder solicitar os livros!
Os livros demoram cerca de 25 dias para chegar.

Um beijo,


Heloisa Drumond

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sobre o amor e loucura de uma mãe



Hoje, começo a minha história, contando sobre o amor de uma mãe. 




A mãe de uma menina americana que tinha vergonha de seu cabelo afro solucionou a questão de baixa auto estima da filha fazendo uma história em quadrinhos. Angie Nixon criou a revistinha “As aventuras da Moxie Girl” (“The Adventures of Moxie Girl”), na qual a personagem principal é sua filha de sete anos, Natalie McGriff, que vive uma super-heroína com poderes concentrados em seu próprio cabelo.
A iniciativa surgiu em 2014, quando Natalie começou a questionar a sua cor de pele e textura do cabelo. Para que a menina se sentisse melhor. Angie criou uma página no Facebook chamada “Natalie You're Beautiful” (“Natalie, você é bonita”). De lá, a mãe recebeu a sugestão de criar o HQ. Na trama, a protagonista odeia seu próprio cabelo até que descobre um xampu mágico que transforma os fios em marias-chiquinhas com super poderes, que a ajudam a lutar contra o crime. O texto é escrito por Natalie e Angie, antes de a menina dormir.

Leia mais no link: aqui

Lendo essa matéria, eu percebi o quando é importante, mostrar aos nosso filhos que Deus fez eles assim, para serem diferentes das pessoas! Que cada um carrega dentro de si um baú cheio de tesouros. Que ser diferente é legal. Que cada um tem seu cabelo, sua cor, seu gosto musical, sua religião, seu jeito de pensar. 

E o mais engraçado e que coincidentemente, no mês de Abril, minha filha Laura, passou a não gostar mais de seu cabelo. Depois de um coleguinha de escola gritar na entrada da aula, que seu cabelo era feio. Depois disso só queria andar com ele preso, não gostava mais de seus cachos. E eu ficava triste com essa situação, afim de contornar e nada com sucesso. Sendo assim, comecei a correr atrás das respostas que faltavam nas perguntas que me fazia. Me perguntava o porquê do cabelo dela não ser "grande para baixo", o porquê de ter aquela cor. E me fez a pergunta, que mais doeu, que mais tocou profundamente o meu coração de mãe, o porquê de ter aquele cabelo, que ela não gostava mais do cabelo black dela. Cheguei a explicar, disse que Papai do Céu quis ela assim, perfeita para as pessoas ao nosso redor! E que ele fez assim, para se parecer com a nossa família. 

E mais rápido que um vulcão, ela me responde: - Mamãe, mas o seu cabelo não é igual ao meu, seu cabelo é liso (quimicamente tratado) e de franja. Nós não somos iguais e eu não gosto do meu cabelo solto. 

O QUE EU FAÇO AGORA? O QUE RESPONDO? Engoli seco sua resposta e fui pensar. 


Pensei, pensei, pensei! E nada vinha à cabeça, de como reverter toda a situação. Pensei em tudo que poderia ter feito mudar de ideia. Sempre foi tão contente com seu cabelo. Adorava ir a feira comprar laços, fitas e tiaras para usar e fica mais bonita como ela mesmo dizia! Conversei com algumas amigas, conversei com a madrinha dela, conversei e nada a fazia mudar de ideia. Mas, como toda boa mãe, corri atrás e fui mais além! Só que a solução viria em um vídeo das SETE MENINAS CRESPAS. 

Ufa. Ufa. Quando Laura as viu, se identificou na hora. E já foi dizendo: "Olha mamãe, elas se parecem comigo. Mamãe o cabelo dela tem um laço lindo. Mamãe, compra pra mim?"

Vejam abaixo: 

Uma menina mais linda que a outra e estilosíssimas, que dá vontade de apertar e não soltar mais!

E depois disso, veio a minha solução. Ao ver essas crianças, fiquei mega curiosa de como seriam suas mães, de que elas viviam, de como faziam contra o preconceito para com elas e com as filhas. Até que me deparei com a Renata Moraes (pelo facebook mesmo), mãe da Elis e da Luiza. Gente, eu fico maravilhada com tudo que ela posta e da defesa dela pelo black e pela raça negra! E sendo assim, resolvi fazer uma loucura pela minha filha, em uma tarde de 02 de junho de 2015. Cheguei ao salão e decidi cortar meu cabelo no zero, sem arrependimento ou tristeza, para assim, crescer meu cabelo natural e acompanhar minha filha, para que possamos, juntas vencer qualquer tipo de preconceito e piadinhas. Achei válido, pois tudo foi feito com amor, aquele amor que a gente arranca lá do potinho que temos guardado dentro do coração para momentos especiais e importantes como esse! 


E é válido sempre lembrar, que devemos ensinar aos nossos filhos a respeitarem as diferenças de todos! Seja física, religiosa, sexual, de raça, de desenho preferido, de música predileta, de tudo! TUDO MESMO! Para que assim, tenhamos crianças mais espirituosas, que tenhamos crianças de bem para o futuro que vem aí! Façamos dos nosso filhos, os nossos super heróis diários.

Um beijo e pratiquem #filhoterapia


Ana Carolina
contato@mamaesortuda.com

terça-feira, 14 de abril de 2015

Dica de leitura: Casamento + Boa administração financeira = Futuro Próspero

Finanças pessoais são dificeis! Quando nos casamos se torna um desafio... Depois que temos filhos então? Vira um Deus nos acuda!

Tenho uma irmã super organizada (o que gerava inúmeras brigas quando ainda morávamos com a mamãe) e que casou com um cara ainda mais organizado...
Hoje eles tem 10 meses de casados, com o próprio apartamento, carro quitado, festa de casamento paga antes dela acontecer, lua de mel no Chile, ferias de janeiro na praia e toda mobília do apartamento já comprada... Fora a reforma que fizeram antes de se mudarem.

Ai então eu pensei: Se eles conseguem eu também consigo (apesar deles ainda não terem filhos)!
Eu e meu marido somos contadores, e recentemente ele fez uma pós graduação em que transformou um pouco o pensamento dele... um professor bateu insistentemente na tecla: INVESTIMENTO!
Então observando tudo isso tomamos a decisão de mudar nossa forma de administrar nosso dindin!

Em visita a minha sogra em Sete Lagoas, comprei um livro chamado "O segredo dos casais inteligentes" escrito por Gustavo Cerbasi.


Li ele em poucos dias, de tão empolgada que eu fiquei!
Percebi que estávamos no caminho totalmente errado para o sucesso... Uma das primeiros pontos que ele toca é a importância de se unir as contas e o planejamento:

" ... Sempre haverá um com renda superior à do outro. Independente de como os gastos da família são divididos, sempre haverá aquele com mais chances de poupar, com maior capacidade de consumo ou com mais disposição para incrementar os gastos com as ferias. com o tempo, um terá investimentos e status em um nível bem superior ao do companheiro: um rico e um pobre convivendo sob o mesmo teto."

Ai já percebi que "o trem tava feio" pro nosso lado! Então conversei com meu marido e decidimos mudar e colocar tudo que ele falava no livro em prática. Começamos a pouco tempo e já posso te afirmar: está sendo ótimo!

Um dos pontos é que agora sei exatamente quanto ele ganha e sei de todas as obrigações que temos a pagar, com isso os gastos se tornam mais responsáveis. Além de que vimos o quanto é importante os investimentos, assim estamos nos esforçando ao máximo para criarmos condições para tal. 
Fora que no livro, Gustavo Cerbasi faz questão de enfatizar também a qualidade de vida... não adianta só juntar dinheiro e não viver o que a vida pode proporcionar!
Ele mostra de uma forma muito simples que todas as escolhas tem que ser pensadas e calculadas, porque as vezes, espantem-se: vale mais a pena morar de aluguel que ter o seu próprio apartamento.

Gostei tanto que comecei as pesquisar os outros livros do autor e comprei também o clássico: "Casais inteligentes enriquecem juntos"


Ja terminei ele e posso dizer... é realmente ótimo!  
Me empolguei tanto que comprei de uma só vez agora esses dois: "Mais tempo, mais dinheiro" e "Adeus Aposentadoria"


Já estou lendo o "Mais tempo, mais dinheiro" e estou amando... volto para falar desses dois livros assim que terminá-los.

Gustavo ainda tem mais vários livros e já estou de olho em todos. Gosto de ler, e ler o que nos interessa, de uma forma tão leve e gostosa, é muito melhor.
Ele também é dono da página " www.maisdinheiro.com.br". Nela podemos encontrar simuladores financeiros alem de planilhas para nos ajudar na organização do orçamento familiar.
Então se você gosta de ler, quer ter uma vida mais tranquila e organizada, corre pra ler esses livros aqui. Com isso um dia você vai parar de trabalhar por dinheiro e vai fazer o dinheiro trabalhar por você (é isso que o Gustavo sempre diz nas entrevistas dele e é o que a minha família procura)!

Beijos meninas e lembrem-se: Organização é sempre fundamental!



Thaísa Freitas

quinta-feira, 12 de março de 2015

Leituras


Mãe é mesmo um ser muito especial! Sempre preocupada com o desenvolvimento do filho, com a educação e o relacionamento com os pares. Difícil, porém, é explicar algumas coisas para esses seres tão pequenininhos e tão questionadores. É! Ser mãe não é tarefa fácil! Como tratar alguns assuntos com as crianças? 

Livros! Sim! Livros podem ser uma ótima "ferramenta" para o "exercício" da maternidade. As histórias sempre despertam a imaginação da criançada e podem ser grandes aliadas para explicar, de maneira simples e ilustrativa, algumas coisas que queremos ensinar para nossos filhos e filhas. Leitura nos faz viajar e crescer como indivíduos! Seja virtual, seja material, ler é uma delícia! Em português, inglês ou "nenenês", cada um descobre seus gostos na leitura!

Não tem ideia do que colocar na prateleira do(a) seu(sua) filho(a)? Calma! Você pode começar com os livros que leu na sua infância e que fizeram sentido para você. Que tal?