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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Outros Jeitos de Usar a Boca

Ser mulher neste país, como em muitos outros lugares do mundo, é travar batalhas diárias por direitos mínimos, por liberdade, por segurança... E nessas lutas tão cotidianas para nós, esbarramos com histórias cruzadas, histórias que se assemelham ou mesmo histórias idênticas que só mudam de endereço, muitas delas são comuns na experiência de traumas que vivemos enquanto ainda éramos crianças. 

É difícil ser mulher! Muitas feridas marcam nossa história de resistência e luta feminina, mas também parte dessa dor cicatriza e vira solo fértil para um belo jardim e, assim, conseguimos transformar tudo que nos roubou de nós em arte com muito de nós. 

E isso é herança, como as que vieram antes de nós nos deixaram um legado, nós também precisamos deixar isso para os que estão nascendo. 

Existem tantos livros interessantes de mulheres, famosas e outras nem tanto, que conseguem partilhar trajetórias brilhantes, de superação, de representatividade, de empoderamento, de conhecimento, de força! 

Faça esse exercício: leia mais escritoras, leia mais o que as mulheres têm para partilhar, leia sobre as grandes mulheres que mudaram a história e com frequência não são lembradas, leia sobre as mulheres da atualidade que enfrentam e ocupam espaços cercados de machistas. Leia mulheres! 

E não tenha medo, mulher, de partilhar sua arte também!

Um livro que conheci e amei (por ser muito impactante) foi outros jeitos de usar a boca.


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Maternidade insentona: cesárea, aderências, alimentação e coragem!

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Instagram: @spiritysol

Sou tão insentona na vida, tão no centro, tão no meio do caminho que fico perdida quando me pedem para escolher lados! Quando você escolhe um, você perde tanto do outro, tantos estudos e práticas de pessoas geniais. Prefiro ser pragmática, tratando as situações e pessoas com certo relativismo, respeitando necessidades e características individuais . Não dá pra jogar tudo numa vala comum! Não consigo! Somos tão únicos no mundo, porque insistimos em buscar tantas respostas simplificadas?

Sou a mãe fria que vem de duas cesáreas e a mãe calorosa da demanda livre na amamentação, que se alonga por 2 anos. A mãe preocupada com desenvolvimento do filho que montou o quarto montessoriano buscando sua autonomia, e a mãe afetuosa que compartilha a cama cultivando o apego. Sou da disciplina positiva com o olhar metralhadora sempre que necessário! Nada constante, tudo é uma questão de observação, necessidade e até mesmo exaustão!

Eu, mulher, sou uma flor de formosura que fala palavrão, sou feliz com muita coisa e escrava de nada; se tem cerveja ta bom, se tem só suco ta bom, se tem piquenique maravilhoso, se tem baile de gala incrível... Preciso mesmo pensar muito em algo que eu não goste de fazer.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017