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terça-feira, 8 de agosto de 2017

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Papai Sortudo - Thales e Théo no Mineirão

Quando descobri que seria pai de um menino, a primeira coisa que me veio à mente foi a lembrança da minha infância e o quanto fui companheiro do meu pai. Meu pai sempre me incentivou a gostar de das mesmas coisas de que ele gostava, para que assim tivéssemos o que fazer juntos. Desse modo, quando eu e a Giulia soubemos da chegada do Théo, pensei na hora: vou fazer a mesma coisa. 

Sou apaixonado por música, artes, engenharia e esportes. Esportes não, futebol. Mais especificamente, o Cruzeiro.



Coincidência ou não, o Théo nasceu  justo em dia de jogo do Cruzeiro, numa quarta-feira à noite, e desde então ele tem sido meu companheirinho, assistimos a todos os jogos juntos. Quando ele ainda era recém nascido eu o ninava com as canções do time, tanto que entre suas primeiras palavras figuravam as queridinhas "zêuo" e "goool".

Eis que, quase dois anos depois daquele jogo a que assistimos juntos na maternidade, o Cruzeiro vem jogar na Arena Independência, que é bem próximo da nossa casa. Era a oportunidade perfeita para levar o Théo ao estádio e observar como reagiria ao barulho, ao tempo de uma partida e à multidão, afinal ele tinha apenas 1 ano e 9 meses. Para minha grata surpresa, o Théo se comportou como se já conhecesse o ambiente, como se estivesse em casa. Vibrou com os gols, não chorou uma vez sequer e ainda voltou para casa cantando (ou pelo menos tentando e balbuciando) as músicas da torcida.

Surgiu então uma nova oportunidade, uma prova de fogo. Desta vez o jogo seria no Mineirão, um estádio maior, com mais gente presente e mais distante de casa. Mas uma vez o Théo foi brilhante, ainda mais desenvolto e familiarizado com a situação, até "discutiu" o time comigo. Ficou louco pelo "Posão" (Raposão, mascote do Cruzeiro). Nos divertimos muito.

É claro que a maior felicidade de compartilharmos essa paixão é minha. Sei que em breve, com o crescimento do Théo, terei um companheiro inseparável de Mineirão, e quem sabe de outros estádio do Brasil, assim como fomos eu e meu pai. Enfim, sou grato por este companheirão que a vida me deu. Sou um papai mais que sortudo. E fanático, né?

Essas são as nossas primeiras lembranças:



Por hoje é só! Até Breve!


Thales Barros