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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

DESABAFO

Eu e o André sempre fomos um pouco desligados da nossa família e isso inclui avós, tios, mãe (só eu), pai, primos, mas isso não quer dizer desrespeito ou falta de amor, nós só não tínhamos vontade de ficar tão perto deles! Eu sempre fui muito de ser da família dos outros. Dá família dos amigos da rua da minha avó, dos amigos de colégio, dos amigos dos amigos! E refizemos a nossa família e hoje é a bem mais precioso que temos na vida. É o bem que mais amamos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

DIY: Convites Fadas Madrinhas

Olá!!!

Quando confirmei minha gravidez logo me veio à mente "como vou lidar com a questão dos padrinhos?".  Tenho amigas muito especiais, de longa data, e que gostaria que fossem madrinhas da minha pequena! Não satisfeita com o limite de ter padrinhos de batismo e consagração resolvi me inspirar na minha amiga Ana Paula, que lançou a ideia de ter as fadas madrinhas! 
A ideia da Ana é conferir o papel de fada madrinha às amigas escolhidas enfatizando um valor, uma qualidade especial, que ela gostaria que fossem transmitidos ao filho dela! Fada das Artes, Fada dos Livros, etc.
Achei a ideia muito bacana, a adaptei e presenteei mais 3 amigas com o convite para este papel tão importante! Já fui avisando que não vale, na hora que o padre chamar os padrinhos, cutucarem o mesmo, dizendo: "Oi! Você não vai chamar as fadas madrinhas não?". Há há há! 
Tirando as formalidades, elas foram escolhidas a dedo, e fiz tudo com muito carinho!
Os presentes dos padrinhos preparei com muito amor! Tenho certeza que fiz boas escolhas e que eles serão capazes de dar à Nina muito amor, presença, carinho, ensinar valores e sobretudo ensinar os passos de Jesus. 

Neste post vou contar como fiz os convites, mostrar as fotografias e disponibilizar os arquivos para download!



terça-feira, 26 de novembro de 2019

Batizado da Sol


Ana Sol, nossa bebezinha arco-íris, completou 8 meses, e junto com o oitavo mês veio o Batizado! Ahhh como foi lindo!!! Aconteceu em uma manhã de domingo, dia 03/11/2019, na Capela de São Rafael, em Contagem! Nesse dia ela foi a única a ser batizada, e achei muito lindo o carinho e dedicação de toda a comunidade na preparação para este dia especial, mesmo sendo apenas ela a batizada! Me emocionei muito em vários momentos da celebração com as palavras do padre, com os rituais, com as reflexões sobre a nossa jornada como pais e as nossas missões nessa vida! Sou muito grata a Deus por celebrar este momento, grata pelos presentes em vida que me deu. Muito grata mesmo!!!!

Segundo o padre, madrinha significa "mãezinha" e padrinho "paizinho". Escolhemos dois casais, um de batismo e um de consagração, para serem os paizinhos da nossa pequena Sol. Na hora de escolher pensamos em pessoas que estão na caminhada com a gente há muito tempo, que amamos, que são para nós, e esperamos que sejam para nossas filhas, referências de amor! Como padrinhos de batismo, meus amigos, Mi e Gui, e como padrinhos de consagração, Tia Bia e Tio Cris!

Meu amigo Marcos Pessoa fotografou esse dia especial (amo ter amigos fotógrafos!!!!)! Amei cada detalhezinho! Obrigada!!! Escolhi algumas fotos para contar a história do Batizado da Sol!!!! Ainda virá um vídeo por aí, com alguns detalhes documentais, que eu e a Bruna fizemos! 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

DIY: Convite Fadas Madrinhas (versão azul)


Quem acompanha o blog desde o início acompanhou aqui como foi o momento de convidar as madrinhas, padrinhos e fadas madrinhas da Nina!

Madrinhas...Padrinhos...Ok!
Mas o que são fadas madrinhas?

São amigas especiais, que foram escolhidas a dedo, para acompanharem a Nina em todo o seu desenvolvimento, dando muito amor e carinho e a ensinando valores. Não era possível chamar todas elas para madrinhas, sendo assim inspirado em uma ideia de uma amiga fiz o convite das fadas madrinhas!

Na ocasião do convite fiz a versão rosa e verde água e recentemente criei a versão rosa e azul.

O arquivo para download da versão azul e rosa está no final deste post.

domingo, 19 de março de 2017

Padrinho Mamãe Sortuda: Dr. Gui Mazzoni obstetra e fotógrafo!


Na época em quem trabalhei na Fhemig (Fundação Hospitalar do Estado de Minas) conheci muitas pessoas especiais. Dentre eles o Médico Ginecologista Obstetra, Gestor, Professor, Pesquisador e Artista e Amigo: Dr. Gui Mazzoni! Todas as funções em letras maiúsculas pois ele é exímio em tudo que faz! Estamos muito felizes em recebê-lo em nosso time de padrinhos! Bem, vou deixar com que ele mesmo se apresente! Bem-vindo Gui!  

"Este ano de 2017 tem um sabor especial para mim, pois completo 30 anos de formação e atuação em Medicina. A especialidade que escolhi foi a Ginecologia e Obstetrícia, pois sempre me agradou trabalhar mais com a vida do que a morte, apesar dos difíceis momentos que vivenciamos quando ocorre um insucesso, jamais aguardado. Acredito que por influência de meu pai, que era fotógrafo e nos presenteava, frequentemente, com sessões de “cineminhas” através do inesquecível projetor de slides, quis conhecer a ultrassonografia com a qual me apaixonei e a exerço há 26 anos. Devido à minha origem na Ginecologia e Obstetrícia, atuo mais intensamente no diagnóstico por imagem ultrassanográfica da saúde da Mulher. Lidar com a vida é tão bom que a “espio” mesmo antes dela respirar o mesmo ar que nos oxigena. Aprofundei meus estudos nesta área fazendo mestrado e doutorado na Faculdade de Medicina da UFMG. A atividade de ensino também me fascina, o que tem tornado minha trajetória profissional repleta de conferências em congressos médicos e em cursos, sempre abordando a ultrassonografia no campo da Ginecologia e, mais notadamente, da saúde Materno-fetal.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Como convidar os padrinhos!


Olá mamães e futuras mamães sortudas!

A escolha dos padrinhos pode ser complicada, mesmo que você já tenha o casal em mente, vários empecilhos podem aparecer: não serem propriamente um casal e seus companheiros não gostarem da ideia; ter outra pessoa que se convida para ser a madrinha ou padrinho; ter prometido para uma amiga de infância que seria ela a madrinha e hoje você pensar em outra pessoa; seu marido querer um e você querer outro... 

No fim das contas o melhor é pensar no anjinho que está por vir: Qual o candidato gosta mais de criança? Qual é o mais atencioso e carinhoso? Como você imagina ele com seu filho? Você os imagina como segundo pai e segunda mãe dele? Sempre esteve presente em sua vida ou começou a te mimar com a notícia da gravidez para concorrer a esse cargo tão importante?

Pense... pense... pense...

Não tenho uma resposta para você, pois no fim ela já está em seu coração! Há somente a certeza de que seu bebê terá todo amor e carinho que precisa, já que não há uma fórmula para essas escolhas, não é? 

Um dos objetivos deste post é de contar que tudo isso é normal, mas o principal é te dar algumas dicas de como fazer esse convite de uma forma super especial. Vamos lá:



quinta-feira, 26 de maio de 2016

Os bebês dos meus amigos


Oi amigos. 

2016 foi o ano dos bebês. Vai ser ainda mais... Ainda está por vir meu sobrinho Enrico, meu primeiro afilhado Théo e os filhos das minhas amigas Ana Claudia, Rafaela, Lorena, <3 Porém, no primeiro semestre e para ser mais específica nos meses de Abril e Maio vieram ao mundo os bebês dos meus amigos. Chegaram os bebês dos meus "cumpadis". Chegou o Daniel do Gustavo, a Laura da Leyd e o Daniel do Gustavo. E não, eu não cometi erro ao escreve "Daniel do Gustavo" duas vezes. É que realmente os padrinhos dos meus filhos se chamam Gustavo e deram o nome de Daniel para seus filhos. 

Eu já imaginei, todos aqui em casa, em uma aniversário, ou um almoço, ou até mesmo um lanche da tarde, onde todas essas crianças vão estar juntas e ao chamar a atenção porque está escalando a parede e dizer ao pai assim: "alá Gu, o Daniel ta escalando a parede" e logo ser corrigida porque é o outro Daniel que ta fazendo arte! 

Ahhh isso vai ser uma festa só!

E quero apresentar à vocês esses bebês dos meus amigos que tanto amo. 

O primeiro a nascer foi o DANIEL, filho do Luis Gustavo, que é Padrinho da Laura, e casado com a Áurea. Ele nasceu dia 28/04/2016, pensando 2,920 kg e 46,5 cm. Gente eu fui visitá-lo e confesso que me bateu uma saudade dos meus filhos pequenos. Aquele cheirinho de neném, cheirinho de leite misturado com aquele cheirinho de fralda! Aquela calmaria que só ele consegue trazer quando esta dormindo ou quando está mamando! Gente, porque mesmo que filho cresce tão rápido? 

Olha ele aqui embaixo, se apaixonem assim como eu me apaixonei:

segunda-feira, 27 de julho de 2015

DIY: Batizado da Marina - Anjinha


O batizado da Nina foi no último domingo de maio! Escolhi batizá-la na Igreja de São Rafael, que fica no bairro onde morava com meus pais. Tivemos padrinhos de batismo, padrinhos de consagração e fadas madrinhas. Se quiser ver como fiz os convites e saber dessa história de fadas madrinhas, clique aqui e aqui.

Na casa da minha mãe preparei uma mesa de doces para receber os convidados após o batizado. A produção de tudo foi minha! Sempre falo isso e repito: amo colocar minha energia nas coisas que faço! E amei fazer cada detalhe, da programação à execução!

Para o batizado quis trazer elementos que tivessem a ver com esses meses de vida da Nina. Trouxe para decoração a estampa e as cores do quarto dela. Sendo assim, as cores escolhidas para a decoração foram: rosa claro, verde água e branco. Ponto importante para quem está programando um evento: use uma combinação de cores como guia!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Ben fez 1!


E chegou o dia tão esperado! Meu benzinho fez um aninho, como o tempo voa e juro, não é clichê! Quem não imaginou uma gravidez inteira o aniversário de um aninho daquela criaturinha que nem o rostinho conhecia? Sou dessas, aliás, sou muito dessas! Haha!

aniversário de menino

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Série: Segredos de blogueira


Antes de engravidar eu tinha um blog no ramo de casamentos: O Noiva Sortuda. Ele era um hobby para mim. Conciliava o blog com o meu trabalho. Quando engravidei convidei a Aline para começar a escrever uma coluna sobre maternidade dentro dele, que se chamava Mamãe Sortuda! E os textos foram tomando uma proporção tão linda, e fomos nos apaixonando tanto pela nossa coluna que, decidimos transformá-lo em um blog exclusivo! Convidamos amigas para trazerem suas vivências maternas como colunistas e mais tarde, alguns especialista, como padrinhos. Hoje, totalizamos 15 pessoas fofas, lindas e cheias de histórias para contar no Mamãe Sortuda!

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Uma parte do nosso time! Lalá, Carol, Thaisa, Fernanda Garrides, Fernanda Grey, Talyta, Heloisa e Aline.
Fotografia: Dione Lopes

Nessa mesmo época eu estava de licença maternidade, mas quando retornei senti que nem mesmo a minha relação com o trabalho era a mesma. Tudo mudou com a chegada da Marina! Alguns sonhos se foram e outros brotaram, e a vontade de escrever e ajudar outras mães foi aumentando! Essa história completa você lê aqui.

Esse foi o princípio de tudo! Hoje com quase quatro anos estamos aqui para contar algumas coisas sobre essa nossa profissão, sobre o que aprendemos nessa caminhada, histórias que vivemos e compartilhar segredinhos com vocês!

Em encontros com parentes, amigos ou leitoras sempre surgem algumas dúvidas sobre a nossa profissão. E as dúvidas são diversas: 
  • Como criar um blog? 
  • Como é a nossa vida por aqui? 
  • Como fazer fotos legais?
  • Quais programas de edição usamos?
  • Se conciliamos o blog com outro trabalho? 
  • Como são os bastidores dos nossos eventos?
  • Como ganhamos dinheiro?! Essa é uma das perguntas que mais escuto, e vem quase sempre com um pedido de desculpas! Hahahaha.
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Fotografia: Dione Lopes
Tá bem! Não temos uma profissão muito convencional! Hahahaha! E claro, em algum momento de vida alguém já riu da gente achando que estávamos brincando, generalizou os blogueiros como pessoas que ganham a vida fácil, perguntaram qual era o nosso trabalho de verdade, ou achou um absurdo quando enviamos o nosso mídia kit precificando um trabalho que para aquela pessoa era só publicar a marca dela em todas as nossas mídias sociais e colocar as nossas impressões, sem ao menos valorizar a quantidade de horas que gastamos para isso, o nosso parecer sobre algo e também o alcance digital que teria!

Muito prazer: somos empreendedoras digitais! O Mamãe Sortuda hoje possui um blog, uma loja virtual, um projeto de empreendedorismo materno vinculado à nossa loja virtual e também realiza eventos temáticos e divertidos em BH! Não paramos de sonhar um só dia, e em breve esta lista estará maior!

Fotografia: Dione Lopes
Produção Social: Marina Fonseca Makeup
Somos formalizadas judicialmente e contabilmente falando, e temos um misto de funções aqui: escrevemos textos, fazemos design de site, fotografamos para conteúdos próprios e também para empresas que nos contactam para algum tipo de ação, fazemos financeiro, gerenciamos estoque, contactamos investidores, realizamos reuniões, atualizamos todas as redes sociais diariamente (Blog, Instagram, Pinterest, Twitter, Google + e Facebook), nos atualizamos em relação aos movimentos culturais, educativos e empreendedorismo (cinema, teatro, música, museus, praças, seminários, palestras, grupo de mulheres empreendedoras etc), respondemos todos os nossos leitores, enviamos recadinhos para eles também via Whatsapp diariamente no Clube Mamãe Sortuda, planejamos e executamos eventos temáticos em Bh, fazemos design de produtos, estudamos materiais e possibilidade de produtos, fazemos vídeos, e por aí vai uma lista a perder de vistas de tudo o que fazemos por aqui.

Esse é o nosso trabalho! Trabalhamos a maior parte da semana em home office, acordamos e dormimos pensando em nosso projeto, fazemos o nosso horário (o que nem sempre significa não trabalhar até tarde), usamos o mundo e nossas vivências como fonte de inspiração para textos, produtos da nossa loja e modelo de gestão, e sim, temos uma rotina intensa por aqui. Tem dias em que trabalhamos mais do que as 8 horas de um trabalho convencional. Tem semanas que trabalhamos no sábado e domingo também. E sabe, somos muito felizes por isso! Estamos materializando sonhos!


Queremos contar alguns segredos nossos e contamos com você!
Nos conte o que você quer saber sobre a gente!!!!
Nos envie no contato@mamaesortuda.com ou via direct em nossas redes sociais!






segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Aniversário tema Moranguinho


O aniversário deste ano da Nina foi um almoço de domingo para nossos pais, padrinhos, fadas madrinhas e poucos coleguinhas da Nina. Mesmo sendo algo pequeno não deixaria de ser especial para nossa filha! 

E teve tema!!! Claro!!! Nina adora escolher os temas dos aniversários (escolhe os dela e os nossos também kkkkkkkkkkkkk). Ela escolheu para este ano o tema: Moranguinho!!!! E claro, me diverti muito pois é um tema que amo!

Para quem gosta de detalhes:

1) Mesa: Olha a minha mesa de escritório aí! Acho ela tão fofa que uso para tudo! Ela é uma porta em cima de cavaletes! Sem mistério! 
2) Varal: Criei esse varalzinho das bonequinhas do desenho, com a descrição de personalidade de cada uma! Para te deixar feliz, se quiser baixar e usar este varalzinho, clique AQUI.
3) Bandejas: usei xícara, caixote, pratos, porta retrato, porta petiscos, bandejas ... enfim, tudo o que já tinha em casa! 
4) Paleta de Cores: como cores de base usei o rosa e o vermelho, tão típicos da Moranguinho!
5) Balões: Adoro essa estrutura de balões pois ela dá um charme a mais na mesa!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Aniversário DIY: Galáxia

Nesse ano a Ana Sol fez 3 aninhos!!!! Fizemos uma festinha pequena, em casa mesmo. Foi uma delícia! Como ainda estávamos na quarentena, fizemos um aniversário somente com a gente, os avós, algumas crianças bem próximas e os padrinhos. O tema da vez foi: Galáááááxias!!! Eu sempre quis fazer esse tema e chegou a minha vez!!! Hahahahahah! Acho que essa foi a última festa das meninas que eu escolhi o tema. Na verdade ela ama estrelas, sol, lua, céu...enfim, então foi uma escolha minha, com uma super aceitação dela!

Então vamos aos detalhes desse aniversário fofo!!!!!
Tem grid (que eu amooooooo), tem uma decor nada convencional, tem as cores de base preto, branco, amarelo e azul, tem foguete e mais um monte de coisas fofas! 



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ultrassonografia no primeiro trimestre de gravidez: qual a sua importância?


A ultrassonografia é um importante método de avaliação da gestação ao longo de todo o período gestacional. Cada trimestre tem os seus aspectos mais importantes que devem ser investigados. Abordaremos aqui questões relacionadas ao primeiro trimestre.

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A gravidez é um contínuo, um processo evolutivo. É como um filme, sendo que o ultrassom permite fotografar momentos que permitem inferir a respeito da saúde fetal.

Vivemos num mundo em que a velocidade da troca de informações é muito elevada, havendo uma demanda da sociedade em tomar conhecimento, o mais rápido possível, de tudo que possa estar ocorrendo. Haja vista o sucesso que a telefonia móvel obtém desde o seu surgimento. Como estamos situados neste contexto, existe igual demanda por precoce informação a respeito da saúde da criança que chegará. Isto é, em certo grau, propiciado pela ultrassonografia, mais notadamente expresso já no primeiro trimestre de gravidez, quando inúmeros questionamentos já são formulados.

A principal pergunta a ser respondida em qualquer decisão que se seja necessária tomar é: qual a idade gestacional? Calcula-se a idade gestacional, principalmente, baseando-se tanto pela data do início do último período menstrual quanto pelas medidas fetais durante a ultrassonografia. Comprovadamente este último método é o mais confiável. Sabe-se que na fase inicial da gravidez, o embrião exibe crescimento corporal numa velocidade muito grande, chegando a cerca de 1 mm por dia. Já no último trimestre, estrutura como o fêmur que é importante parâmetro da determinação da idade gestacional, cresce cerca de 1 mm por semana. Além disso, no primeiro trimestre os embriões e fetos apresentam grande semelhança de tamanho, ao passo que no último trimestre de gravidez o feto pode exibir características familiares, tornando-se maior ou menor que a média para a idade gestacional. É aceitável uma discordância nas mensurações entre dois ultrassonografistas experientes de cerca de 1mm. Como o cálculo da idade gestacional é baseado no tamanho do embrião e de estruturas fetais, sabe-se que um erro de 1 mm na fase inicial significa um dia de discordância, o que é desprezível. Já na fase final, 1 mm pode significar um erro de uma semana, o que é inadequado. Aliado a isto, no terceiro trimestre, o maior ou menor tamanho pode não significar idade gestacional mais avançada ou mais nova, caso o feto exiba crescimento relacionado com a composição genética familiar ou, até mesmo, problemas relacionados a crescimento. Assim, é muito importante que em toda gravidez seja realizado uma ultrassonografia no primeiro trimestre de evolução para que se tenha certeza da idade gestacional. Isto baseará todas as futuras decisões na gravidez. Deve ser ressaltado que uma vez determinada a idade gestacional, ela não se modifica por exames posteriores discordantes. Se ultrassonografias posteriores concluírem uma idade gestacional maior que o esperado em relação ao primeiro exame realizado no primeiro trimestre de gravidez, significa, simplesmente, que o feto cresceu acima da média. O mesmo raciocínio é realizado para o crescimento menor que o esperado nos exames seriados.

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Durante o primeiro trimestre de gravidez se dá, praticamente, toda a formação do fetal. A partir daí, ocorre o crescimento dos órgãos e a obtenção da maturidade que permitirá um adequando funcionamento após o nascimento. Assim, nesta fase da gestação, pode-se avaliar a anatomia fetal, compreendendo que é um estudo bem mais limitado do que se consegue no segundo trimestre de gravidez. Isto porque as estruturas são pequenas, além de se apresentar em estágios evolutivos bem precoces, sendo que se modificarão ao longo da gravidez. O chamado estudo morfológico do primeiro trimestre permite identificar diversas malformações, geralmente aquelas que exibem um caráter mais grosseiro. Nesta época, é passível de se realizar uma análise da formação dos principais sistemas orgânicos.

Dentre a avaliação anatômica do primeiro trimestre, a mensuração da translucência nucal (TN), possui relevante valor. Como demonstrado na figura abaixo, a TN é a presença de uma certa quantidade de líquido que os fetos possuem, entre a pele o tecido adiposo que recobre a coluna. Esta coleção líquida deve ser medida entre 11 e 13 semanas e 6 dias de idade gestacional e regride após 14 semanas de gravidez. O correto é medi-la quando o feto apresentar uma medida do comprimento cabeça-nádegas entre 45 e 84 mm. O valor de normalidade da TN varia de acordo com a idade gestacional, por isso deve ser evitado considerar valor fixo de referência para definir quanto à normalidade ou não do tamanho desta estrutura. Existem tabelas contemplando os valores de normalidade em relação à idade gestacional, bem como softwares, que podem ser utilizados no referenciamento do tamanho da TN. Deve ficar bem entendido que uma TN aumentada não significa diagnóstico de malformação nem de síndromes. Uma medida elevada significa risco aumentado de tais situações, mas jamais diagnóstico de certeza. A medida de TN é um método de rastreamento, jamais pode ser considerado um método diagnóstico. Sabe-se que diversas doenças cursam com o aumento da espessura da TN, mais notadamente a síndrome de Down e doenças cardíacas. Daí, o risco dessas inúmeras doenças elevarem diante de tal achado.

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Vale a pena um esclarecimento quanto ao conceito de elevação de risco. Quando se diz que um risco para, por exemplo, a presença de síndrome de Down elevou diante de uma medida da TN elevada para a idade gestacional, não significa que há maior chance da criança possuir síndrome de Down, ao invés de nascer saudável. O risco de uma síndrome de Down se eleva com o avançar da idade materna, independente se é primeira gestação ou não. Hipoteticamente, podemos dizer que o risco de síndrome de Down para uma grávida de 30 anos de idade seja de 1/600 nascimentos vivos ao passo que tal risco seja de 1/60 para uma grávida com 40 anos de idade. Pode-se notar que o risco elevou em 10X de 30 para 40 anos de idade, mas a chance da criança da gestante de 40 anos de possuir síndrome de Down é de 1,7% ao passo que de não possuir é de 98,3%.
Dentro do contexto de obtenção de informação em menor tempo possível, surge a ansiedade do casal e sua família quanto a saber qual o sexo da criança já no primeiro trimestre de gravidez. Nesta fase da gestação, durante o período em que se faz a mensuração da TN, já é possível observar a genitália, porém isto não significa que seja possível determinar o sexo. Isto porque, nesta fase da gestação, ambos os sexos possuem a estrutura chamada de tubérculo genital e que é idêntica entre as meninas e os meninos. A única diferença que pode estar presente encontra-se no ângulo entre o tubérculo genital e a pele dorsal lombo-sacra. Como na figura abaixo, os meninos tendem a possuir um ângulo maior que 30° enquanto que as meninas tendem a exibir um ângulo menor que 30°. Este é o motivo pelo qual não se pode determinar com certeza o sexo nesta fase da gravidez. Os trabalhos científicos calculam que este método de determinação tem um percentual de acerto médio de cerca de 85%. Este percentual varia de acordo com a idade gestacional, sendo menor em torno de 11 semanas e se elevando gradualmente até 14 semanas. Esta precaução de não afirmar o sexo nesta fase da gravidez é simplesmente para aguardar o natural processo evolutivo, que, muitas vezes, por ansiedade, almeja-se conhecer o que ainda está sendo formado. A partir de 16 semanas de idade gestacional, obtém-se grande sucesso na determinação do sexo fetal, cientes de que, quanto mais evoluída a gestação, mais confiável é este diagnóstico.


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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ultrassonografia no segundo trimestre de gravidez: o que precisa ser avaliado?



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Fonte: Flávio Siqueira
No segundo terço da gestação, o feto atinge um tamanho que permite avaliar sua anatomia de modo bastante detalhado. Assim, nesta fase se concentra muito a pesquisa de malformações fetais e marcadores ultrassonográficos de cromossomopatias, ou seja, doenças cromossômicas. Diversas alterações anatômicas ocorrem independente da existência de doenças cromossômicas ou genéticas, porém há malformações que são conseqüências de tais tipos de doenças. Desta forma, as alterações que, sabidamente, se associam a doenças cromossômicas são denominados de marcadores os quais se dividem em maiores e menores. Os chamados marcadores maiores são alterações que, estatisticamente, tem forte associação com determinada síndrome e, de um modo geral, costumam ser alterações graves. Contrariamente, os marcadores menores de cromossomopatias são alterações, frequentemente, discretas que possuem fraca associação com doenças cromossômicas. Uma dificuldade com a qual se depara é distinguir se os marcadores menores fazem parte de um quadro de uma doença sistêmica ou se são características normais do feto, as chamadas variações anatômicas. Como os alterações cromossômicos estão presentes em todas as células do corpo, todos os sistemas orgânicos podem estar de algum modo comprometido. Isto permite um raciocínio lógico que consiste na elevação da probabilidade de determinada alteração estar relacionada com uma cromossomopatia na medida em que haja concomitância de outras alterações, sejam menores ou maiores. Estatisticamente, quanto maior o numero de alterações presentes, maior a chance de haver uma doença cromossômica. Esta é a mesma lógica de um detetive, que à medida que encontra maior número de pistas, infere a cerca de determinada hipótese.

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Fonte: A gravidez
Mas como deve ser realizada esta pesquisa da formação fetal? O exame ultrassonográfico obstétrico morfológico realizado entre 20 e 24 semanas é a resposta. Alguns preferem nomear de exame morfogenético devido ao caráter da pesquisa de sinais de doenças de origem genética. Este é um exame que exige muita sistematização e paciência do examinador. O feto não faz “pose” para as fotografias ultrassonográficas, daí a importância de, muitas vezes, ser necessário esperar uma mudança da posição fetal para que se possa conseguir o plano anatômico adequado para avaliar inúmeras estruturas. O profissional que realiza o exame deve possuir aprofundado conhecimento da grande diversidade de doenças que acometem a gestação e os seus principais sinais que faz sugerir o diagnóstico. Porém, as alterações que podem atingir o feto são infinitas, o que impede a qualquer médico, por mais experiente e melhor formação que tenha, conhecer todos os diagnósticos possíveis. Por isso, não é nenhum demérito, e torna-se até importante, a necessidade de muitas vezes o ultrassonografista necessitar estudar melhor o caso e, também, discutir com colegas da área. Toda esta vastidão de possibilidades torna um aspecto bastante relevante: a capacidade do examinador em reconhecer a anatomia fetal normal. Examinar com muita atenção o feto em toda e qualquer gestação, permite desenvolver o conhecimento do que é normal e de suas principais variações. Uma vez que se identificam alterações deste padrão, parte-se para o raciocínio a fim de “encaixá-las” em um determinado diagnóstico. Como referido acima, quanto maior o número de alterações, maior a chance de estar associada uma cromossomopatia. Torna-se, então, muito importante definir se determinada alteração é isolada, o que geralmente tem menor associação com doença cromossômica, ou se há concomitância de outras alterações, elevando o risco. Um fator que se relaciona com esta conclusão é o tanto que o ultrassonografista se dedica ao exame. Um exame extremamente rápido reduz a possibilidade de se encontrar maior número de desvios da normalidade. Como cada alteração encontrada determina um certo grau de elevação de risco, alterações associadas produzem riscos multiplicados tornando a chance de cromossomopatias mais elevada. De modo inverso, exames bem executados e detalhados, demonstrando normalidade das estruturas anatômicas avaliadas, eleva a chance de redução de risco de doenças cromossômicas proporcionalmente, também, ao número de achados normais.

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Deve-se, então, adotar uma rotina de exame, numa sistemática que permita avaliar todo o feto, sem se esquecer de nenhuma estrutura. Não importa qual a sequência escolhida, como do pólo cefálico até os pés, mas, sim, possuir uma sistemática que reduza a chance de esquecer algum detalhe. Muito válido é possuir um check-list para se certificar que todo o feto foi devidamente avaliado.

Importante ressaltar que, apesar do segundo trimestre de gravidez ser um momento ideal para se avaliar a anatomia fetal, não são todas as estruturas anatômicas e nem todas as malformações que são melhor identificadas nesta fase da gravidez. Por, exemplo, alterações cardíacas, renais e cerebrais, podem ser identificadas no segundo trimestre, mas têm no terceiro trimestre, uma maior facilidade de identificação devido à maior evidência proporcionada pelo crescimento. As alterações intestinais são tipicamente identificadas no terceiro trimestre. Outras alterações podem surgir em fases mais tardias, como, por exemplo, as infecções e, por isso, determinar alterações também tardias. Já outras doenças exibem características intermitentes, como, por exemplo, a hérnia diafragmática, fazendo que ora haja presença de alças intestinais dentro do tórax exibindo peristaltismo, local este extremamente atípico, ora as alças “retornam” ao abdome impedindo ao ultrassonografista de fazer o diagnóstico desta grosseira malformação.

A figura 1 abaixo demonstra imagens de algumas partes do feto que compreendem o estudo morfológico.
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Imagens ultrassonográficas realizadas pela técnica via abdominal para estudo morfológico exibindo alguns planos de corte padrão: A) polo cefálico; B) lábios e nariz; C) face; D) perfil da face, E) coluna vertebral ; F) imagem das 4 câmaras cardíacas; G) abdome; H) mão e antebraço; I) membro inferior.


Sabe-se que o comprimento do colo uterino se associa com o risco de parto prematuro. Há uma relação inversamente proporcional de quanto menor o comprimento do colo uterino, maior o risco de parto prematuro no segundo trimestre de gravidez, identificação esta conseguida por ultrassonografia via transvaginal. Não há consenso de qual valor do comprimento uterino que seja o mais adequado para servir de referência para se adotar medidas preventivas do parto prematuro, como, por exemplo, uso de progesterona. Porém, o valor de referência mais aceito como elevação de risco de prematuridade é comprimento inferior ao 2,5 cm. Mais importante que o comprimento do colo uterino como preditor de prematuridade é uma história deste fenômeno em gestação anterior que, somada ao achado de colo curto, eleva ainda mais o risco. Não obstante, a cultura atual de nossa sociedade é ter poucos filhos, fazendo com que muitas mulheres não possuam uma história obstétrica que sirva de referência. Daí o crescente valor da mensuração do colo uterino, via ultrassom transvaginal, no segundo trimestre de gravidez. A figura 2 abaixo demonstra o aspecto ultrassonográfico de um colo uterino normal.

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Técnica transvaginal demonstrando imagem ultrassonográfica do colo uterino exibindo a medição de seu comprimento (pontilhados amarelos) 

A ultrassonografia é um método que apresenta limitações. Trata-se de uma ferramenta diagnóstica que não produz imagem real das estruturas estudadas, mas representativas de tais estruturas. Acrescido a isso, algumas doenças podem se iniciar, ou exibir sinais, em momentos cronológicos posteriores ao da realização do exame. Não se pode esquecer, ainda, da intermitência de achados ecográficos de algumas doenças que podem acometer o feto, dificultando o diagnóstico. Há fatores que independem da vontade do examinador e que, claramente, reduzem a qualidade da imagem, como a obesidade materna, pela interposição de espessas camadas da parede abdominal materna dificultando a penetração do som e a redução do volume do liquido amniótico (o liquido é um ótimo condutor do som, servindo, por isso, como meio de contraste natural que uma vez reduzido, piora a qualidade da imagem). Por tudo isso, a humildade é a palavra chave para o ultrassonografista, que precisa se dedicar muito ao exame, bem como com sua formação. E, de outro lado, a compreensão das pacientes quanto a tais limitações favorecem uma saudável relação médico-paciente.


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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Madrinha Mamãe Sortuda: Christiana Lobo . Neuropsicopedagoga, psicóloga clínica, compositora e cantora


Nosso time de padrinhos está crescendo!!! Lhes apresento nossa nova madrinha: Christiana Lobo! 

Christiana Lobo é psicóloga clínica, neuropsicopedagoga e trabalha na área desde 1994. É mestre em Psicoterapia Ericksoniana pelo Centro de México Plantel León, pós-graduada em Psicopedagogia, especialista em Psicomotricidade e Neuroeducação, a ciência do cérebro e do comportamento aplicada ao ensino e à aprendizagem.

Com referências familiares importantes, cresceu rodeada de música e poesia, sempre observando com interesse os movimentos da educação musical nas escolas, assim como da musicoterapia enquanto tratamento.

Mãe de dois meninos, agora já rapazes, trouxe o violão para dentro de casa com direito a aulas para toda a família. Christiana iniciou também aulas de canto e de teatro, para se aperfeiçoar em atividades que não tinha domínio. Em contato com crianças diariamente na clínica, e por considerar a infância a fase mais importante para a educação, sentiu-se motivada a escrever letras musicais cuidadosamente pensando nas suas mensagens. Os temas abordariam diversas aprendizagens, como aquelas relacionadas aos sentimentos, autoconhecimento, respeito às diferenças, alimentação saudável, entre outras.

Em 2012 teve início o projeto independente CD e DVD “Escolher”, reunindo músicos, arranjadores e equipe de filmagem. No repertório, as canções ganharam diversos gêneros como o samba, baião, o rap e pop rock. Através da Lei de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, Christiana Lobo pode realizar junto à sua equipe, o espetáculo cênico-musical “Escolher – Música infantil que encanta”. Interativo e contagiante, o show conta com inserções teatrais que encantam a plateia. Além de cantar, a artista conta histórias, faz brincadeiras, dialoga com os espectadores, utiliza e oferece adereços, como óculos coloridos e perucas, aos participantes. O grande momento fica para a apresentação dos amigos da cantora, como a girafa Catucha, o sapo Zapo, o jacaré Siriri, a tartaruga Madruga e a lebre. Além da bicharada, há convidados especiais como o amigo imaginário de Christiana Lobo, que existe de verdade! 

Christiana Lobo também apresenta um trabalho MPB e percebe que não há limites para a música. Crianças, jovens e adultos transitam por um e outro universo musical. Para ela, a valorização das letras, com suas mensagens, é o que permite que esse momento de integração ocorra. Afinal, ninguém é tão “grande” assim, e nem tão “pequeno”.

Foi com uma alegria imensa que recebi o convite para ser madrinha do “Mamãe Sortuda”. Acredito numa proposta interativa como a desse blog, envolvendo adultos e crianças, especialistas e leigos, que se propõem a pensar juntos, encontrar caminhos para o crescimento saudável. A minha intenção ao utilizar esse espaço é preventiva e inovadora, que aborde questões relacionadas ao convívio prazeroso entre as pessoas. Além de contribuir com a arte de educar, de acalmar, sorrir ou dançar através da música, poderei abordar temas mais comuns surgidos na faixa etária da primeira infância, como alimentação, hora de dormir, birra, convivência com as mídias, dentre outros. 

Enfim, são muitos os desafios quando falamos de educação, e tantos deles são esperados, mas nem todos sabem disso. Desgastes em momentos de conflito, de resistência ao que é proposto e reações comportamentais indesejadas podem ser evitados, se o adulto reconhecer e agir de maneira adequada.

Em breve pretende oferecer a pais, educadores e profissionais que lidam com crianças, uma ferramenta prática que possibilite a realização de um trabalho significativo com música e educação emocional junto aos pequenos. Aguardem!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Meu Filho Não é Batizado!

"Estou grávida!" e logo foi pensar nas milhões de coisas que viriam pela frente após a maternidade. Uma delas o batismo. 

Cada religião tem sua forma de batismo (agregando todos os significados: rito de passagem, de iniciação, sacramento...) e, normalmente, as crianças passam por ele no primeiro ano de vida. 

É difícil não acontecer assim. Para além das questões religiosas, tem aquela leve pressão dos conhecidos. A criança nem nasceu ainda e já tem gente perguntando quando será o batismo, onde será, se já escolheu os padrinhos (momento que costuma terminar em briga, afinal todo mundo quer ser madrinha/padrinho de um bebezinho fofinho, sem nem pensar muitas vezes qual a função deles na vida da criança). É comum, no auge da emoção que a maternidade/paternidade traz, os pais já terem tudo isso muito bem elaborado e definido antes mesmo da criança nascer. 

Mas e quando os pais decidem que vão dar um tempo para a criança crescer? Não! Não é para falar sobre as histórias de terror e os pesadelos na vida da criança que não é batizada. É para falar sobre decisões. Sobre escolhas. Sobre convicções. Sobre fé (por que não?). 

meu filho não é batizado

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Relato de mãe: parto normal


Nenhuma gestação é igual a outra. Nenhum parto é igual ao outro.
Aqui, contei sobre meu parto (a)normal da primeira filha. Como o primeiro parto foi tenso, eu não estava esperando coisa muito fácil no segundo, mas foi. Eu consegui curtir o segundo parto, mas obviamente (sou eu, né?!), tiveram complicações...

Foto de Heoisa Drumond