sexta-feira, 11 de maio de 2018

Dança Materna, uma vivência de conexão, empoderamento e amor


Você conhece a Dança Materna? Eu não conhecia e simplesmente me apaixonei desde a primeira vivência. 





Quando João nasceu, não usei sling e muito menos cogitei a possibilidade de fazer a Dança Materna. Tinha vergonha das duas coisas. Boba eu, né! Mas hoje percebo que essa minha vergonha era devido a um discurso da sociedade que quer nos distanciar dos nossos filhos desde que eles nascem. Nesse discurso, temos que evitar o colo senão o bebê fica dependente e "manhoso" e, por isso, devemos acostumá-lo desde o primeiro mês a ficar em berços e carrinhos sem o aconchego da mãe. 

Momento de toque e massagem na aula de Dança Materna


E eu acreditava fielmente nessa teoria louca de que bebês já precisam aprender a ser independentes desde bem novinhos, que loucura isso! Como um serzinho que acabou de sair de um lugar escurinho, quentinho e aconchegante vai se acostumar com acomodações frias e sem afeto humano? Daí temos cada vez mais bebês que choram e vivem irritados e não sabemos o motivo. 

Hoje, dou graças a Deus pela oportunidade de mudar meu pensamento através da chegada da Maria Fernanda. Afinal, um novo filho, uma nova chance de melhorar nossa maternagem! Sou adepta da criação com apego e usei o sling desde o primeiro mês de vida da Mafê. 




Experimentei também a Dança Materna com a professora Elisa França e amei! Os momentos que tivemos ali foram ímpares. Durante a aula pude interagir melhor com minha filha, brincar através dos movimentos, sentir seu corpinho dançando junto com o meu. Ah, que delícia! Faz toda diferença estar em lugar com tempo específico para se conectar com seu bebê, esquecendo os problemas e as preocupações da vida lá fora, desconectando do celular e se conectando com seu bebê. Saí da primeira aula leve, emocionada e Maria Fernanda relaxada (até dormiu durante a dança!) e feliz! 

"Abraçar é dizer com as mãos o que a boca não consegue,
porque nem sempre existe palavra para dizer tudo" (Mário Quintana)


Percebo que é muito mais uma questão de empoderamento materno, pois a mãe que assume poder sobre seu corpo faz dele livre pra ser fonte de vida e amor para seu bebê sem se preocupar com os julgamentos alheios. Precisamos considerar e respeitar a exterogestação, ou seja, a necessidade que o bebê tem em ser acolhido também fora do corpo. Enfim, termino aqui deixando um conselho, pratique a Dança Materna e o uso de sling com seu bebê! Você estará plantando uma linda conexão e colherá belos frutos dessa relação no futuro. 

Deixo aqui o contato da professora Elisa França para quem se interessar. Você pode marcar uma primeira aula sem compromisso, fazendo apenas uma contribuição de pacote de fraldas que será doado para o Hospital Sofia Feldman. Eu apoio esse projeto e acredito no afeto envolvido nele!


Elisa França - Dança Materna
Instagram: @movimento_com_amor
E-mail: elisa.franca@dancamaterna.com.br
Whatsapp: (021) 98880-1819



Beijos e pratiquem bastante colo juntos!! <3 

Talyta Andrade
@joaoemaria_passeiam

_

0 comentários:

Postar um comentário

Obrigada!
Volte sempre!