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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Como organizar uma festa na escolinha do seu filho


Infelizmente, não existe fórmula mágica para organizar uma festa, muito menos em escolinha, pois as regras variam bastante de escola para escola. Então, neste post, vocês verão dicas que facilitarão a execução de sua festa, mas que devem ser ajustadas para a sua realidade!

Aqui, contei sobre o aniversário que fiz da Bela e a Fera. Acho que valeu muito à pena!!!

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Aniversário da filhota

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Trocando os filhos de escola - Escolas Infantis na região leste de BH





Olá, pessoal!


Há muito tempo venho planejando iniciar aqui no blog uma coluna sobre as escolas de BH. Hoje, finalmente, esse plano começa a sair do papel!

Quando a minha licença maternidade estava acabando, comecei a pesquisar alguns berçários onde matricular o Théo. Fiquei muito apreensiva, pois percebi uma defasagem de dados sobre escolas infantis em BH na internet. Muitas escolas não possuem site ou Facebook, e mesmo as opiniões deixadas no Google são bem escassas. O jeito foi selecionar algumas que conhecia de vista e visitá-las.

O Théo atualmente estuda no Batista Baby, que é a escola infantil do Colégio Batista Mineiro. Não tenho absolutamente NADA a reclamar de lá. É uma escola pequena, muita arrumada, bem cuidada, com profissionais muito capacitados e carinhosos com as crianças, atividades de educação física, música, oficinas de pintura, etc. O preço, no entanto... não vou mentir, é salgado. E foi por esse motivo que, com muita dor no coração, decidi procurar uma nova escola para ele. A situação financeira do país é de vulnerabilidade, e decidimos por conta disso tentar diminuir alguns custos (até porque precisamos economizar dinheiro se queremos realizar nossos sonhos e planos).

Os motivos para trocar uma criança de escola são vários: a insatisfação com o ensino, o fato de a criança não se adaptar, o valor das mensalidades... A gente que é mãe (ou pai, ou responsável) fica com o coração apertadinho. Isso é normal em qualquer coisa que a gente faça na vida, no entanto. O importante é visitar as escolas com carinho e atenção, confiar no sexto sentido de mãe e saber que está fazendo a melhor escolha. Sentimento de culpa não vale!

A seguir, vou falar um pouquinho para vocês sobre algumas escolas que visitei na região LESTE de bh. Vou fazer aqui uma resenha bem superficial das escolas que visitei. Se quiserem mais detalhes delas, é só mandar um e-mail para giulia.lage@gmail.com!


1. Batista Baby

Berçário - Maternal

Essa escola tem site

Sou suspeita para falar de lá. É um lugar que o Théo ama, está lá desde os 3 meses e meio. A única questão problemática, para mim, é que o preço está acima do de outras escolas da região.


    Endereço: R. Araxá, 514 - Colégio Batista, Belo Horizonte - MG
    Telefone: (31) 2516-8415



2. Passo a Passo Centro Integrado da Criança

Berçário - Maternal - Pré-escola

Essa escola infantil é uma escola pequenininha, mas muito arrumada e aconchegante. Todos os funcionários receptivos e de bom humor.




    Endereço: Rua Serravite, 64 - Floresta, Belo Horizonte - MG, 31015-220
    Telefone: (31) 3442-8236


3. Trilha do Saber

Maternal - Pré-escola (estão pensando em abrir berçário)

Escola silenciosa, tranquila e pequenininha. 


    Endereço: R. São Mateus, 384 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG, 31035-330
    Telefone:(31) 3466-9117

4. Pedacinho de Gente

Berçário - Maternal - Pré-escola

Escola pequena e atendimento simpático.


Essa escola tem site 


    Endereço: R. João Gualberto Filho, 141 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG, 31030-410
    Telefone:(31) 2515-6414

5. Instituto Pedagógico Dó-Ré-Mí

Maternal - Pré - escola

Essa escola realmente me surpreendeu. É pequenininha, tem uma estrutura muito arrumada e os funcionários são MUITO atenciosos! Fiquei encantada! Pena que só têm turnos tarde ou integral (eu preciso só do turno da manhã)

Essa escola tem site



    Endereço: Rua Cabrobó, 471 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG, 31035-350
    Telefone:(31) 3466-2812

6. Escola Infantil Vovô Honorato

Maternal - Pré-escola

Tenho muitas referências positivas dessa escola. Ela é pequenininha, mas os funcionários são muito atenciosos e as crianças gostam muito de lá!



    Endereço: R. São Lucas, 457 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG, 31030-310
    Telefone:(31) 3467-4582

7. Colégio Santa Maria - Floresta

Maternal - Pré-escola

Essa escola tem site 

Estudei no Santa Maria minha vida inteira e, portanto, sou suspeita para falar. A escola é grande, mas o prédio das crianças é separado (tem até uma entrada independente) e tem aquela carinha de escolinha de bairro. Gostei muito dos funcionários e da estrutura da escola em geral.



Endereço: Rua Jacui, 237 - Floresta, Belo Horizonte - MG, 31110-050
Telefone:(31) 3449-5500


8. Instituto Monteiro Lobato

Berçário - Maternal - Pré-escola

Essa escola tem site 

A escola está aberta há 43 anos e mudou recentemente de endereço. A nova casa tem uma boa estrutura, as crianças parecem felizes e o atendimento da coordenação é bom.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Sonho: Curso de Fotografia



Comprei minha câmera em uma viagem para Orlando em 2013 por amar fotografia. Ter uma máquina profissional de entrada foi uma das melhores coisas que já me aconteceram! Que fotos lindas! Mesmo não tendo técnica alguma, não é que as fotos eram diferenciadas? Com o passar dos clicks percebi como me faltava conhecer a minha máquina e a Helô começou a pesquisar sobre cursos de fotografia em Belo Horizonte para fazermos juntas. Tá bom que a máquina já ajudava e muito, mas as vezes eu queria um fundo borradinho, pegar a paisagem numa certa perspectiva e mesmo que eu me virasse do avesso não dava certo.


Tudo azul (Aline)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Adaptação e acolhimento: dica para pais

As férias ainda não acabaram, mas muitos pais  já estão ansiosos  com a volta às aulas.  Muitas crianças mudarão de escola, de professor ou professora ou até mesmo  será a primeira experiência escolar dos pequenos.
Então... como tudo acontecerá? Meu filho ou minha filha irá sofrer? Vai  chorar? Ficará traumatizado? È absolutamente normal  essa ansiedade e/ou insegurança.
Mudar não é fácil para a maioria das pessoas. Muitas vezes não é tarefa fácil sair da zona de conforto,  da proteção da família, mas faz parte  da vida adaptar-se e readaptar-se ás situações diversas. Isso é aprendido e positivo. Se tornará mais fácil ,ou não, dependo da orientação do adulto. Sim, precisamos estar bem emocionalmente para ajudar as crianças nesse processo importante, que às vezes é  difícil , mas não precisa ser doloroso.
Desde 2016 , com a universalização da educação infantil para as crianças de 4/5 e 5/6 anos, é obrigatória, em todo Brasil ,a matricula em estabelecimentos de ensino. Isso quer dizer que se seu filho  fizer  4 anos de idade até 31 de Março de 2017 ,ele deverá frequentar a educação infantil.
Ao longo da história ,a educação infantil tem sido vista cada vez mais como uma etapa importante da escolarização das crianças, mas é importante destacar que o objetivo principal desta é a socialização, as relações sociais, o brincar, a experimentação, etc... O foco não é a alfabetização , mas as experiências sensoriais, artísticas e sociais que farão parte  da rotina dos pequenos.
 O aspecto físico, quantitativo de crianças por adulto, a proposta pedagógica, concepção de criança , os objetivos da escola, autorização de funcionamento, formação dos professores são pontos importantes que os pais devem levar em consideração ao matricular os pequenos em uma instituição de educação.


adaptação e acolhimento volta as aulas dica para pais

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Um olhar diferente para o Ensino Público Infantil - Parte I


Outro dia, vi em uma postagem em um dos muitos grupos de mães que tenho no facebook, perguntando como era o funcionamento das UMEIS. Li comentário por comentário. Vi alguns que falaram que a UMEI não é adequada para as crianças, vi alguns falando que a escola serve só para brincar e MUITOS outros comentários foram a favor da UMEI e de toda a dedicação para com nossos filhos.

Eu sou muito suspeita para falar sobre a escola!!
Desde a primeira vez que vi uma escola, pela grade azul, com meus 16 anos, quando era estagiária da PBH, me peguei apaixonada e tinha certeza que algo de muito legal Belo Horizonte tinha a ganhar.

E assim foi, desde os primeiros meses de vida da minha pequena Laura fiz a inscrição e aguardava de dedo cruzado por uma vaga para ela. A mesma aconteceu com o Pedro, todos os anos eu fiz a inscrição e cruzava meus dedos. Ate que ambos, conseguiram quando completaram seus 3 anos. Antes disse eles estudavam em uma escola particular e ficavam o dia inteiro para que eu fosse trabalhar. E quando a vaga da Laura saiu em 2014 eu fiquei SATISFEITA, MARAVILHADA, ME SENTINDO ECONÔMICA - afinal era uma mensalidade a menos - E COM MEDO!

UMEI

Medo sim, pois a única coisa que escuta das pessoas ao meu redor e das professoras dela era: “ não faça isso, a UMEI só brinca, não ensina, não alfabetiza e bla bla bla... Aquela pulguinha ficou na minha orelha. Contei para André, compartilhei meus medos e agora até angustias eu tinha! E se a Laura não souber ler? E se ela não souber escrever? E se ela não souber o básico para entrar no primeiro ano do ensino fundamental?
Lá estava eu sofrendo por um futuro incerto! Lá estava eu chorando e sendo acalantada pelo André!
Mas eu vi que precisava deixa o rio seguir seu percurso, vi que precisávamos viver um dia de cada vez! E assim fui deixar a Laura em seu primeiro dia de aula.

Quando chegamos na porta da escola, meu coração disparou, meus olhos lacrimejaram, Laura segurou minha mão firme e entramos. A professora já estava na cantina da escola com o restante da turminha, se apresentou e disse de sorriso aberto o quanto éramos bem vindas na escola. Laura olho pra mim, esticou os braços, me abraçou e chorou. E aí eu chorei! Chorei e não queria largar de Laura. Mas era necessário que eu fosse embora. Laura gritava e eu sai correndo e liguei para André.
Esperei ansiosamente os minutos passarem ate as 17:20. 
Como que dói né gente?!

Enfim, chegou a hora de buscar Laura na escola. Fui na porta da sala dela, lá estava ela, sentada em sua cadeira, com mais 3 meninas em sua mesa. Me viu, me abraçou e disse que aquela escola era fofinha! Me contou que suas mais novas amigas se chamavam Letícia, e as gêmeas Larissa e Izabella. Contou mais um tanto de coisa e vi o quanto o meu choro foi meio que atoa. A noite passou e mais um dia veio. Já me fortalecendo e sendo forte para não chorar na frente dela. Chegamos na porta da escola e ela me fala: “ mamãe, pode deixar que vou sozinha. Até depois da aula” . Me deu um beijo, pegou sua pequena mochila e foi. Desceu o morrinho, olhou pra trás e jogou um beijo.

Gente, cadê aquele neném que chorou ontem? Que gritou 'MAMÃÃÃÃÃE'?

Já o Pedro foi tudo muito tranquilo, como ele via a Laura indo para uma escola diferente da dele, sempre teve o sonho de estudar na escola da Laura. E em seu primeiro dia de aula, mal queria que eu levasse ele na porta de sua sala.

Mas nós dois, André e eu sempre fomos MUITO presentes na vida escolar dos meninos. Em todas as reuniões estávamos juntos. Sempre fomos atendidos, fosse pra tirar dúvida, sugerir algo para a escola ou fazer alguma reclamação. Sempre andamos lado a lado com a escola e aos poucos fomos pegando o ritmo da UMEI e entendendo o funcionamento da mesma.

A UMEI tem realmente a metodologia de brincadeiras lúdicas e eles ensinam SIM, ensinam brincando! E tem algo mais saudável que isso? Os meninos nunca tiveram PARA CASA EM EXCESSO! Confira a quantidade de atividades para cada criança abaixo:

QUANTIDADE DE PARA CASA
1º SEMESTRE
2º SEMESTRE
3-4 ANOS
NENHUM PARA CASA
1 PARA CASA
4-5 ANOS
1 PARA CASA
2 PARA CASA
5-6 ANOS
2 PARA CASA
3 PARA CASA

A UMEI tem uma visão de que criança precisa ser criança antes de ter uma vida acadêmica formada! Vejo que muitas escolas particulares já enviam para casa todo dia após a escola. No primeiro instante é lindo, fofo e engraçado. Mas será que realmente é necessário? Aulas extracurriculares,
aula de inglês, natação, espanhol, piano, de canto e por ai vai... e quando é a hora dela ser criança? Precisamos SEMPRE pensar nisso!


Via: Mamãe Tagarela
Sem contar as festas da família, festa junina, feira de cultura que a escola planeja com tanto carinho!

Festa Junina

Festa Junina




Festa Junina

Em 2016 foi o último ano da Laura na UMEI, e em 2017 o último do Pedro (texto parte II em breve!!! E ambos saíram lendo e escrevendo. A UMEi é lúdica. Eles ensinam brincando. Eles tiveram duas professoras MA-RA-VI-LHO-SAS, com uma dedicação fora do comum. A UMEI foi o grande passo dos meus filhos para um futuro que logo estará aí. Digo que a UMEI foi uma página do livro da nossa família, que merece dedicatória! 
Só que gente, não podemos esquecer de que o sucesso dos nosso filhos é um conjunto. Entre escola e família! Sempre fomos presente na vida escolar dos meninos. Em todas as reuniões lá estávamos nós, os dois em meu a 90% de mães na sala. E André  lá, questionando, aplaudindo, chorando com a primeira escrita livre deles, a partir da figura do lado, perguntando qual o próximo projeto da professora. 

Hoje em dia vejo muitos pais culparem SOMENTE  a escola pelo mal desempenho do filho. Mas não é assim... O filho tem que estudar, a família tem que ser presente e a escola acompanhar e ensinar! Porque educação VEM DE CASA!

E aí, que tal conhecer uma UMEI? Não julgar tanto um ensino público? 

Obrigada UMEI São João Batista, por todo seu esforço. 

Meu muito obrigada desde a diretora até a cantineira!

Um beijo bem grande, mamãe de dois,

Carol














segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Como perguntar "como foi seu dia na escola" de forma diferente!

Depois de quase 2 anos sem aulas presenciais, nossos filhos retornaram para o ambiente escolar e ficamos curiosos para saber como tem sido essa nova adaptação.

Perguntar : "Como foi o seu dia na escola", não irá nos trazer tantas informações. As respostas serão quase sempre as mesmas: legal, foi bom, gostei...

Lembrei da tradução de um artigo do site Huffington Postque a mãe de uma coleguinha das meninas me enviou alguns anos atrás e resolvi compartilhar aqui com vocês!

São perguntas simples e que podem ser muito melhores e eficazes do que um simples "Como foi a escola hoje"!


Vamos à lista:

1) Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola hoje? (Qual foi a pior coisa que aconteceu na escola hoje?)

2) Me conte algo que fez você rir hoje.

3) Se você pudesse escolher, com quem você gostaria de se sentar junto na sala de aula? (E com quem você não quer se sentar na sala de aula e por quê?)

4) Qual é o lugar mais legal da escola?

5) Diga-me uma palavra estranha que você ouviu hoje. (Ou algo estranho que alguém disse.)

6) Se eu ligasse para o(a) seu(sua) professor(a) hoje à noite, o que ele(a) me contaria sobre você?

7) Você ajudou alguém hoje? Como?

8) Alguém ajudou você hoje? Como?

9) Me conte uma coisa que você aprendeu hoje.

10) Em que momento você ficou mais feliz na escola?

11) Em que momento você ficou mais entediado na escola?

12) Se uma nave alienígena fosse até a sua classe e puxasse alguém pra cima, quem você gostaria que fosse escolhido?

13) Com quem você gostaria de brincar no recreio que nunca brincou antes?

14) Diga-me uma coisa boa que aconteceu hoje.

15) Qual palavra o(a) professor(a) mais falou hoje?

16) O que você acha que deve fazer/aprender mais na escola?

17) O que você acha que deve fazer/aprender menos na escola?

18) Quem na sua classe você acha que poderia ser melhor?

19) Onde você brinca menos no recreio?

20) Quem é a pessoa mais engraçada de sua classe? Por que ele(a) é tão engraçado(a)?

21) Qual foi a sua parte favorita do almoço?

22) Se você tiver que ser o(a) seu(sua) professor(a) amanhã, o que você faria?

23) Existe alguém na sua classe que precisa de um castigo? (Eu não gosto dessa pergunta!)

24) Se você pudesse trocar de lugar com qualquer pessoa da sua classe, com quem você trocaria? Por quê?

25) Diga-me mais ou menos três vezes diferentes que você usou seu lápis hoje na escola.

A autora, Liz Evans, sentia dificuldade de obter respostas dos seus filhos e fez essa lista de perguntas. A cada dia fazia uma delas. Não precisamos fazer as 25 perguntas para nossos filhos no mesmo dia, e essas, são apenas sugestões.

Eu compartilhei com vocês as perguntas oficiais do artigo, mas confesso que não usaria todas com as minhas filhas. Podemos usar apenas as que estão de acordo com a nossa forma de educar e podemos nos inspirar nessa lista e criar as nossas próprias perguntas!

Liz Evans conta no artigo que as respostas têm sido surpreendentes! Elas nos ajudam a perceber as dificuldades e potencialidades dos nossos filhos, a entender como eles estão se relacionando na escola, quais são as suas preferências, como eles têm percebido o ambiente escolar e isso tudo nos permite ajudá-los e orientá-los ainda mais nesse processo que estão vivenciando.

Testem as novas perguntas na casa de vocês e depois volte aqui para nos contar os resultados!

Abraços afetuosos





quinta-feira, 10 de março de 2016

Lições de Casa

Quem tem filhos na escola sabe como é importante organizar a rotina para as atividades de "para casa". 

Desde cedo os pequenos chegam com seus trabalhos de escola e suas lições de casa e, normalmente, pode ser um verdadeiro sacrifício a hora de pegar os cadernos.  

Certa vez uma mãe disse que não sabia o que fazer para que seu filho fizesse as lições sem que ela tivesse que brigar muito antes. Em uma observação na casa da referida mãe, reparei que a criança, de aproximadamente 10 anos, fazia a lição em uma mesa na sala enquanto a televisão passava um jogo de futebol e o computador estava aberto em páginas de redes sociais. A atividade que levaria cerca de meia hora para ser cumprida estendia-se por horas e com muita discussão entre mãe e filho. 

Meu filho está no infantil 04 e mudou de escola este ano. No infantil 04 tem lição todos os dias e tive uma pequena resistência dele nos primeiros dias, isso porque ele entendeu que a outra escola onde estudava não tinha para casa todos os dias e a escola nova tinha. Na verdade, se ele tivesse permanecido na outra escola ele teria para casa diário da mesma forma, porque a questão não é a escola, mas a turma. Ele estava no infantil 03, onde não tem lição todos os dias, e agora foi para o 04, onde tem. O problema é que ele entendeu que era a escola. Após muita explicação e com as lições diárias ele acabou entendo que faz parte do crescimento. É coisa de menino de 4 anos, como ele costuma dizer.  

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Infantolatria x Maturidade Precoce


Bom, aqui em casa as coisas tão meio loucas e por isto eu não tinha o que escrever para meu post de hoje até este momento... mas ao abrir o Facebook, uma prima linda que amo muito, compartilhou um link de uma matéria muito bacana (Os perigos da infantolatria) e por incrível que pareça, a matéria veio ao encontro do que a pedagoga da escolinha da Lara conversou comigo ontem! Veio ao encontro, na verdade, do oposto ao que ela falou! Eu explico:


www.guiadobebe.com.br

terça-feira, 30 de maio de 2017

Julia do Lacre do Bem - Entrevista com a Julia

Julia Macedo poderia ser apenas mais uma aluna dentre os mais de 300 que recebo por ano. E apesar de amá-la tanto quanto todos os outros, Julia despertou em mim (e não seria nada ambicioso dizer que em toda a nossa comunidade escolar também) um sentimento novo: a empatia.

Quando conheci o projeto Lacre do Bem ainda não era professora na escola em que Julia estuda, mas fiz questão de ajudar meu priminho, que na época tinha apenas 7 anos, a juntar todos os lacres possíveis para entregar à Julia, sua colega de escola.

Na ocasião do lançamento do 1º livro da Julia, em que ela conta lindamente a história do projeto, perguntei a ela se poderia nos dar uma entrevista. Ela, é claro, topou na hora.

Fica aqui, então, a entrevista dessa pequena linda. Que força, que maturidade. É de encher o coração de amor (e os olhos de lágrimas).

Preparem-se!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Festinha de Dia das Mães na escola: Eu não fiquei triste por não ter uma!




Eu não fiquei triste por não ter festinha de Dia das Mães na escola do meu filho. Nunca tive, nem quero ter. João frequenta a escola desde 8 meses de idade e nunca fui convidada para uma comemoração especial para as mães. Nas duas escolas por onde ele já passou aconteceram apenas as comemorações conhecidas como Festa da Família, algo que me agrada bastante e me parece ser bem mais coerente.


Claro que toda mamãe (ou a maioria delas) ama ganhar mimos feitos pelos filhotes para o dia das mães, mesmo que sejam presentes que você nunca vai usar, como por exemplo, um colar de macarrão (rs)! E quando os pequetitos cantam musiquinhas para nós nas festinhas da escola sem nem saber falar direito ainda? Ahhh, a gente baba demais, não é mesmo? Enquanto as crianças cantam segurando corações de papel ou florzinhas nas mãos, as mamães se derretem de tanto chorar na plateia, uma cena linda e emocionante de se ver! Mas... como sou sempre a mãe “problematizadora”, a louca que vê crítica em tudo (!!!), gostaria de explicar aqui o motivo pelo qual não gosto de festa do dia das mães e refletir um pouco sobre essa prática em algumas escolas.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Mudando de escola - A primeira semana do Théo


Olá mamães e papais!

Como prometido, hoje voltei para falar um pouquinho pra vocês sobre como foi a primeira semana do Théo na escolinha nova!

Resultado de imagem para primeiro dia de aula
Imagem do Google


Coração de mãe vocês sabem como é, né? Tive uma reunião e saí super cedo de casa, mas fiquei de olho no celular o tempo todo! E perguntei pelo menos mil vezes pro namorido como o Théo estava!

Fiquei com muito medo por pensar que ele, agora maiorzinho, teria mais medo, mais desconfiança, etc. Maaaaaaaas, como em todas as outras coisas nessa vida de mãe, tive uma surpresa: Théo se adaptou muito rapidinho! É claro que ele chorou nos primeiros dias, mas nos dois últimos só ficou com uma pequena insegurança mesmo, e não chorou! Ele tem saído de lá bem feliz (palavras do papai).

Lembro que na segunda, quando me encontrei com ele, perguntei:

- E aí, Théozinho, como foi na escolinha?

Ele, mais que depressa, respondeu:

- Escolinha futebol!!!

(Lá na escolinha dele tem uma quadrinha infantil de futebol, e ele com certeza amoooou isso).


(Olha a carinha de cansado depois do primeiro dia =D )


Pra mim essa resposta foi satisfatória! Ele associou a escola a algo bom, pelo menos inicialmente. Ele está almoçando lá, e chega exausto (o que pra mim e outro bom sinal, de que ele está se exercitando e gastando bastante energia).

Por ser uma escola menor, de bairro, fiquei um pouco mais insegura, pois ele estava vindo de uma escola bem grande. Nessa semana ele ainda ficou sem uniforme (não tinha do tamanho dele quando fui comprar), o que só aumento as minhas preocupações malucas. Mas uma coisa aquietou meu coração: no primeiro dia de aula ele chegou cheio de lembrancinhas da escola, mensagens de início de ano... Tudo uma gracinha!

Agora já chegou a lista de material e a apostila, e já deu pra ver que ele vai fazer muita coisa linda! Eu adooooro trabalho de escola, e eles fazem muitos la na escolinha dele!

Mas não pensem que acabou:

O próximo desafio agora é deixá-lo uma vez por semana na parte da tarde. Vou tentar isso apenas na semana que vem, pois esse carnaval com certeza vai ter uma má influência na adaptação dele, né?


Queria saber de vocês também, gente! Como foi o primeiro dia de escola dos filhotinhos? Dá um aperto no coração, né? Mas temos que deixar tudo nas mãos de Deus, além de confiar naqueles a quem entregamos nossos amores! Tenho certeza que todos nós fizemos as melhores escolhas!

Me contem tudo, em?!

Um beijinho,



G.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O que observar na hora de escolher o berçário ideal.

Hoje viemos contar para vocês alguns aspectos importantes para a busca do berçário ideal para seu filho. Antes de começarmos, eu gostaria de lembrá-los sobre a importância de procurar as escolas com certa antecedência já que algumas possuem filas de espera e a vagas para berçários são bem requisitadas. Agora que eu vou me mudar de estado, já entrei em contato com três escolas de lá e agendei visita para Dezembro.

Depois do período de licença-maternidade, um dos principais objetivos dos pais é encontrar um lugar especial, acolhedor e de confiança para deixar o filho. Nesse momento, o sentimento de culpa e as dúvidas são muito comuns. Este texto tem o propósito de auxiliar os pais que estão passando por essa fase, trazendo dicas importantes que vão ajudá-los a encontrar o berçário ideal para o seu bebê.
Quando se trata do berçário, é importante esclarecer que os serviços oferecidos nesse local não são os mesmos serviços oferecidos por uma babá. No berçário, os bebês recebem um tratamento diferenciado, que não se limita apenas a dar banho e colocar para dormir. Na escola, os alunos têm aulas especializadas, que auxiliam no seu desenvolvimento.



quinta-feira, 19 de abril de 2018

Como Ajudar os Filhos com os Estudos

É inevitável! Um dia, a hora de ir para a "escola de menino grande" chega. Tudo muda! Muda muito! 

A sala pode não ser tão colorida como na pré-escola, os deveres de casa ficam cada ano mais complexos e numerosos, os trabalhos, realmente, começam a dar trabalho, aumenta o número de disciplinas, conteúdos e professores (e é um desafio para a criança entender que cada um deles tem seu perfil de educador), as regras são mais rígidas, muita informação nova é apresentada, as provas começam, as etapas, as notas... 

Enfim! É um processo contínuo de crescimento, amadurecimento e adaptação. Engana quem acha que a ansiedade acomete apenas a criança. Os pais/famílias também passam por esse processo de adaptar ao novo. Especialmente nos primeiros anos da vida acadêmica, quando a criança precisa de muita ajuda para ler, escrever, interpretar, executar!

Uma pergunta que sempre fazemos é: como ajudar os filhos com os estudos? 

domingo, 2 de abril de 2023

Abril azul: Como é ser mãe de uma criança com autismo?

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi definido pela Organização das Nações Unidas em 2007, e é comemorado no dia 2 de abril. É uma data importante, pois muitas pessoas não compreendem o que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo fundamental a propagação de informação de qualidade. Entender melhor esse transtorno é a chave para o fim do preconceito e da discriminação que cercam as pessoas com TEA, as quais apresentam apenas uma forma diferente de agir e encarar o mundo.

E hoje, temos o prazer de publicar a entrevista que fizemos com a Virgínia Santana, 38 anos, contadora, casada com Neimar Santana, mãe do Pedro, de 5  anos e do Arthur, de 4anos, que recebeu o diagnóstico de autismo quando ele tinha 18 meses.


1) Como percebeu que seu filho poderia ter autismo? Ele tinha quantos anos? 

Eu percebi que tinha alguma coisa de errado quando a pediatra disse que ele deveria falar 50 palavras com 18 meses. E ele apenas "emitia sons" sem funcionalidade.

2) Qual profissional você buscou nesse momento?

Primeiro a pediatra, com o encaminhamento dela a neuropediatra, que indicou que poderia ser autista mas que era necessário descartar outras comorbidades através de exames clínicos.

3) Como foi receber o diagnóstico? 

É um processo de luto muito doloroso, você pensa em mil coisas como: será que ele vai falar? Será que vai aprender a ler? Será que vai ser independente? Como serão os julgamentos dos outros? Como vai ser se eu morrer? Tudo isso passa na sua cabeça, você pensa que pode ter sido castigo de Deus, ou algo assim, um misto de sentimentos mas que graças a Deus passou com muita rapidez por conta de procurar entender a condição dele.

4) O que mudou na sua vida após o diagnóstico do autismo? Quais desafios e cuidados especiais você precisa ter com seu filho? 

Não mudou nada, apenas tivemos que ajustar a rotina diária para que ele pudesse fazer todas as terapias, a natação, ir a escola, brincar, dormir, e todas as outras coisas que as crianças fazem, além de ter que ajustar um tempo também para que o irmão não fosse deixado de lado. Os desafios são vencidos diariamente pois cada progresso de desenvolvimento é um feito sensacional, não tenho cuidados especiais com ele, me preocupo apenas em sempre ter coisas que ele gosta de comer ou de fazer para que ele se sinta bem em qualquer ambiente.

5) Como é a rotina do seu filho? Como ele está após o diagnóstico, feito há quase 3 anos? 

Tenho uma rede de apoio muito presente, minha tia Tania (professora aposentada) cuida dos processos da rotina da casa, ajeita materiais de escolas, atividades da escola, leva os dois na natação, leva no inglês, prepara eles todos os dias e meu esposo leva nas terapias diárias. Segunda, terça, quinta e sexta ele faz terapia na parte da manha, fono, T.O, psicóloga e fisioterapeuta, segunda, quarta e sexta faz natação, quarta faz inglês e tem aula regular na escola todos os dias de 13 as 17:30.

Atualmente ele tem uma comunicação bem rica, entende perfeitamente todos os comandos, brinca muito, assiste desenhos, ama ler livros e ouvir histórias porém ainda tem a estereotipia vocal e motora muito acentuada.

6) Ele frequenta escola? Como foi sua adaptação? 

Desde o diagnostico feito no primeiro ano de pandemia coloquei ele na escola com aval da neuro para que ele pudesse iniciar o processo de socialização e desenvolvimento. Foi a melhor escolha. Ama escola, nunca teve nenhum problema de adaptação, participou de vários eventos como dia das mães, dia dos pais, festa junina e festa de fim de ano, juntamente com os colegas fez apresentações, sabe letras, números, cores, tudo dentro da idade correta de aprendizado porem tem muita dificuldade motora na escrita, atualmente faz fisioterapia pois tem hipotonia muscular,  muito comum no autismo.

7) Como é a convivência dele com outras pessoas? 

Em um ambiente de festa infantil onde ele não conhece ninguém, ele brinca porém ainda não toma a iniciativa na socialização. Ainda tem muito a referencia do irmão. Em ambientes que ele já conhece as crianças, se sente muito confortável. Em ambientes com menos crianças conhecidas tem mais facilidade com adultos.


8) Como é a participação da família nesse processo?

Toda a família ajuda de alguma forma e desde o primeiro momento levaram muito a serio a condição dele. Não houve julgamentos, nem capacitismo.

9) Você tem um filho mais velho que o Arthur, o Pedro. Como é a relação dos dois e como você concilia os cuidados com os filhos? 

Hoje o Pedro é o melhor amigo do Arthur, a referência dele. Tudo que o Pedro faz ou fala vira espelho para o Arthur. Por isso tentamos mostrar para o Pedro de maneira suave que ele deve ser um bom menino porque seu irmão é seu melhor amigo. Eles brincam muito, brigam também, afinal são crianças e irmãos. São os mesmos cuidados. Não há diferenciação.

10) Como  é ser mãe de um menino autista? Como é ser mãe do Arthur? 

É ter a oportunidade de viver a infância com menos rapidez. O desenvolvimento dele é diferente do desenvolvimento de uma criança típica, então o processo que vivemos com ele é desacelerador. Ele veio para me trazer paciência e para que eu colocasse o pé no freio. Ele é um doce de menino, muito esperto, muito carinhoso, muito voluntarioso, tem posicionamento e tirando o fato que levamos a terapia, ele e o Pedro são educados e tratados da mesma maneira. Eu amo ser mãe de uma criança tão incrível.

11) E como ficam os cuidados com você mesma?

Faço terapia, pois com a rotina (duas empresas, duas crianças, 3 cachorros, 2 gatos, marido, casa, rsrs) a terapia é uma válvula de escape de organização mental. Saúde mental em primeiro lugar. Pratico atividade física (vôlei de areia 2x na semana), vou ao salão, saio com maridão às vezes, fazemos passeios em família também, rotina bem normal de muitas famílias.



11) Você gostaria de deixar uma mensagem para nossos leitores? 

A pergunta mais estranha de ouvir das pessoas é: Mas ele é agressivo? Eu acho que as pessoas deveriam se informar mais. A internet está aí, dando a oportunidade da gente ser um pouco mais culto. Não é legal falar, discursar, opinar sobre algo que você não tem conhecimento. Hoje em dia não faz diferença ouvir coisas do tipo: ele nem tem cara de autista, ele deve ser leve porque brinca com outras crianças, ah! todo mundo é um pouco autista, etc.. Não gente, não é assim.
O grau dele foi medido pelo tipo de dificuldade que ele tem. Ele é autista nível 2 de suporte, tem estereotipia vocal e motora, anda na ponta dos pés, enfileira brinquedos e objetos, tem seletividade alimentar, apraxia da fala, hipotonia muscular, então NÃO tentem romantizar uma condição tão séria. Não somos guerreiras, não somos mães especiais. Não justifiquem o fato das mães e das famílias terem rotina pesada apenas pelo fato de serem mães atípicas. Procurem saber todo o processo!


 A Virgínia foi minha colega de escola, e é um prazer compartilhar um pouco da sua história. Compartilhem também, para que seu relato alcance muitos corações!






sexta-feira, 15 de março de 2019